
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Nova loja da Amici di Sinue em Curitiba-Pr.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Bom fim de Semana, beba bons vinhos....
Região: Alentejo
Castas: Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Trincadeira Preta e Caladoc
Teor Alcoólico: 13,5% vol.
R$ 56,50
O Alentejo é uma das maiores regiões vitivinícolas de Portugal, onde a vista se perde em extensas planícies que apenas são interrompidas por pequenos montes. Esta região, quente e seca, localizada no sul de Portugal, beneficiou de inúmeros investimentos no setor vitivinícola que se traduziu na produção de alguns dos melhores vinhos portugueses e consequentemente, no reconhecimento internacional dos vinhos alentejanos.
Hoje, o Alentejo tem um enorme potencial na produção vitivinícola, todavia a região nem sempre contou com o apoio das políticas agrícolas nacionais. Devido às especificidades do clima, solos pobres e estrutura agrária (grandes propriedades), as principais produções do Alentejo sempre foram os cereais, a oliveira, o carvalho e o gado. Durante as primeiras décadas do século XX, o governo tencionava fazer do Alentejo o "celeiro" de Portugal, por isso a cultura do milho foi amplamente divulgada. O vinho tinha uma importância diminuta e destinava-se essencialmente ao consumo local. A vinificação era realizada segundo os processos tradicionais herdados dos Romanos e a fermentação realizava-se em grandes ânforas de barro.
Nos anos 50, foi criada a primeira adega cooperativa da região com o objetivo de controlar a produção vinícola. No entanto, foi apenas nos anos 80 que o Alentejo se submeteu à grande revolução na produção vitivinícola.
Demonstrando uma enorme capacidade de organização, os produtores alentejanos constituíram inúmeras associações, revitalizaram as cooperativas e encorajaram os produtores privados. Assim, o sector vitivinícola ganhou outra relevância, justificando a demarcação oficial da Região em 1988.
A Região Alentejana é uma zona muito soalheira, permitindo a perfeita maturação das uvas. O seu clima é temperado, com características mediterrânicas e continentais. Contudo, por vezes, torna-se muito quente no Verão, tornando-se indispensável regar a vinha. O índice de pluviosidade no Alentejo é muito baixo e não excede, em geral, os 60 mm, sofrendo, por isso, grandes períodos de seca.
O tipo de relevo predominante na região é a planície, apesar da Sub-Região de Portalegre sofrer a influência da serra de São Mamede. Aqui, as vinhas são plantadas nas encostas íngremes da serra ou em grandes planícies e em solos muito heterogéneos de argila, granito, calcário ou xisto.Os solos dominantes nas zonas vitícolas do Alentejo são de origem granítica, podendo também apresentar algumas manchas de derivados de xistos. São, regra geral, solos com médio a baixo nível de fertilidade.
Na Região Demarcada do Alentejo produzem-se vinhos de qualidade superior, produzidos a partir de um lote restrito de castas, recomendadas e autorizadas, obedecendo a um rigoroso processo de produção, sendo certificados pela Comissão Vitivinícola Alentejana. Entre elas destacam-se a Roupeiro, Antão Vaz e Arinto, relativamente às brancas. Em relação às castas tintas, salienta-se a importância das castas Trincadeira, Aragonez, Castelão e Alicante Bouschet.Além da produção nas oito Sub-Regiões DOC (Portalegre, Borba, Reguengos, Redondo, Évora, Moura, Vidigueira e Granja-Amareleja), o Alentejo apresenta uma elevada produção de vinhos regionais. Os produtores optam, muitas vezes, por esta designação oficial que permite a inclusão de outras castas para além das previstas na legislação de vinhos DOC. Assim, é possível encontrar vinhos regionais produzidos com Cabernet Sauvignon, Caladoc, Syrah ou Chardonnay e Viognier,
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Novidade da Bairrada...
Casa de Sarmento Grande Escolha BeirasProdutor: Casa de Sarmento
Região: Bairrada
Casta: Touriga Nacional e Merlot
Teor Alcoólico: 14% vol.
Notas de prova: Produzido apenas em colheitas excepcionais, este Grande Escolha é elaborado com as castas Touriga Nacional e Merlot, na Região Demarcada da Bairrada, onde predominam solos de natureza argilosa ou argilo-calcária, solos bastante secos, que favorecem uma boa maturação das uvas. É um vinho que expressa notoriamente as principais características das castas que o compõem, da Touriga sentem-se os taninos bem personalizados e da Merlot destaca-se o perfil aromático, de caráter frutado, com notas de alcaçuz, amora, groselha negra e mirtilo. Apresenta uma coloração rubi violácea, marcada por um halo de evolução. Possui um perfil aromático bastante peculiar, com notas frutadas bem características da casta Merlot, sendo também perceptível um ligeiro perfume floral a violetas. Na boca é macio, equilibrado e encorpado, com 14% vol., de taninos redondos e aveludados. Um vinho complexo e de taninos já domados que merece ser descoberto por si.
Harmonização: Queijos de pasta dura, de cabra ou ovelha, assim como queijos curados de pasta mole acompanham na perfeição este Grande Escolha Beiras. Rodízios, perna de borrego, assados em geral, como vaca e vitela assados ou estufados, aves de capoeira, pato e frango e lombo de porco são igualmente um ótimo acompanhamento para este tinto, nem tão velho que se possa perder no sabor intenso de alguns pratos, nem tão novo que possa anular as delicadas matizes de outros.
Temperatura de Serviço: Deverá ser servido a uma temperatura de 16 a 18 ºC
Por R$ 56,50transparência é apenas o efeito obtido ao permitir que a Luz da Verdade

CUSTO FIXO
Salários
R$ 5.835,00
Sistemas / Internet
R$ 250,00
Encargos sociais sobre salários
R$ 2.014,81
Seguros
R$ 600,00
Despesas Bancárias
R$ 37,00
Honorários Contábeis
R$ 400,00
Manutenção de Conservação
R$ 140,00
Propaganda
R$ 200,00
Ônibus, táxi, correios
R$ 1.804,00
Financiamentos existentes (36X)
R$ 195,33
Total dos Custos Fixos:
R$ 11.476,14
Total de custo Fixo:
R$ 11.476,14
Total de custos Variáveis:
R$ 982,30
Preço de Venda:
R$ 29.288,00
MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO
MC = PV - CV
R$ 28.305,70
PONTO DE EQUILÍBRIO EM QTDE
PE = CF / MC
0,41
VALOR MONETÁRIO
IMC = MC/PV
R$ 0,97
PONTO DE EQUILÍBRIO MONETÁRIO
PEM = CF/IMC
R$ 11.874,40
LUCRO OU PREJUÍZO
PEM
R$ 11.874,40
CF
R$ 11.476,14
CVt (total de clientes x Cvunitário)
R$ 398,26
Resultado do Período:
R$ (0,00)
RECEITA PARA MANTER O ESTABELECIMENTO
Receita = total de clientes * PV
R$ 11.874,40
CVunitário x total de clientes + CF
R$ 11.874,40
TOTAL..............................................:
R$ -
RECEITA ATUAL / LUCRO
Receita = total de clientes * PV
R$ 29.288,00
CVunitário x total de clientes + CF
R$ 12.458,44
TOTAL..............................................:
R$ 16.829,56
CAPITAL DE GIRO
CF + CV + INVESTIMENTOS
R$ 12.458,44
FLUXO DE CAIXA PARA UM MÊS
Receita - Capital Giro
R$ 16.829,56
LUCRATIVIDADE
Lucratividade = L.L / Rt
57%
RENTABILIDADE
R = L.L / INV. Total *100
62%
PRAZO DE RETORNO DE INVESTIMENTO / MESES
P.R.I = INV. Total / L.L
4,02
CUSTO VARIAVEL
Telefone
R$ 180,00
Luz
R$ 250,00
Água
R$ 120,00
Material de expediente
R$ 200,00
Uniforme
R$ 70,00
Crachá
R$ 2,50
Exame Médico
R$ 6,00
Vale Alimentação
R$ 95,00
Vale Transporte
R$ 58,80
Total do Custo Variável
R$ 982,30
INVESTIMENTOS INICIAIS
Estoque
R$ 5.000,00
Melhorias e reformas
R$ 3.000,00
Marketing
R$ 12.000,00
Total Investido Inicial:
R$ 20.000,00
EMPRÉSTIMOS COM OS BANCOS DO BRASIL E CEF
Qtde
Descrição
Valor Unitário
Valor Total
1
Mesas "L"
R$ 350,00
R$ 350,00
3
Mesas Comuns
R$ 200,00
R$ 600,00
1
Mesa para Café
R$ 50,00
R$ 50,00
1
Balcão
R$ 850,00
R$ 850,00
16
Cadeiras
R$ 35,00
R$ 560,00
1
Arquivos
R$ 350,00
R$ 350,00
1
Ar Condicionados (Central)
R$ 1.500,00
R$ 1.500,00
1
Computadores
R$ 1.500,00
R$ 1.500,00
1
Mural
R$ 100,00
R$ 100,00
Total Geral
R$ 5.860,00
Juros
2%
R$ 7.032,00
Valor da Parcele em 36 x
R$ 195,33
TOTAL DE INVESTIMENTO
27.032,00
Transparência não é telhado de vidro, nem ingenuidade e não se destina ao enfraquecimento da Confraria buscando modismos do '' politicamente correto'' . Transparência é a retirada do véu que encobre a verdade, que limita a equidade de direitos e que destrói o valor.
Os gigantes do Chile...
Borobo 2003 (Casa Lapostolle)Borobo é um dos mais fantásticos e originais superpremium chilenos. Elaborado com uvas típicas das mais famosas regiões francesas, em uma surpreendente combinação de 35% da uva Syrah, 20% de Cabernet Sauvignon, 20% Carmenère, 15% Pinot Noir, e 10% de Merlot. Seu nome é formado pelas iniciais de Bordeaux (BO), Rhône (RO) e Bourgogne (BO). Rico e elegante, combina concentração e complexidade em um conjunto bastante harmonioso e cheio de finesse.
Uva: Pinot Noir (25%), Syrah(20%), Merlot (20%), Carmenère (20%) e Cabernet Sauvignon (15%)
Vinhedos: Variedade de vinhedos localizados respectivamente nas seguintes regiões: Apalta (Vale do Rapel), Requinoa (Leste Vale do Rapel) e Vale de Casablanca. Colheita manual e rendimento limitado.
Vinificação: Uvas desengaçadas e controladas manualmente. A fermentação ocorre em cuba de carvalho francês por 10/15 dias. Posteriormente, há a maceração com contato das cascas por 2 dias (Pinot Noir) e 3 semanas (Cabernet Sauvignon). Fermentação malolática completa.
Maturação: 100% de carvalho francês novo por 17 meses. Não há filtragem ou clarificação.
Temperatura de Serviço: 18 a 20ºCTeor Alcoólico: 14,5% Vol.
Corpo: Muito encorpadoSugestão de Guarda: Mais de 10 anos
Combinações: Carnes grelhadas ou com molho encorpado, cordeiro e caça
Um vinho feito com 90% Carmenère (vinhedo de Peumo, no Vale de Rapel), 8% Cab.Sauvignon (Vinhedo Pirque Viejo, Vale do Maipo), 1,5% de Petit Verdot (Vinhedo de Puente Alto, Vale do Maipo) y 0,5% Cabernet Franc (Vinhedo Puente Alto, Vale do Maipo). Colheita manual, e 20 meses em barril de carvalho francês novo.Carmín de Peumo (um vinho espetacular, com seu aroma, sua cor, que consagrou internacionalmente a uva carmenère)
“Não só para impressionar, para beber também”, Mário Geisse.
60% Carmenère, 20% Cabernet Sauvignon, 20% Petit VerdotValle de Colchagua, Chile
Visual: é vivo, intenso, profundo e de cor vermelho-rubi.Aroma: é complexo, elegante, com notas de frutas vermelhas maduras, amoras e ameixa seca. Traz o excelenteequilíbrio entre o carvalho francês e a fruta, proporcionando sensações de grande complexidade.Paladar: é intenso, abundante, saboroso e expressivo. Tem taninos elegantes, plenos e redondos, que conduzema uma harmonia completa. De persistente final, revela com clareza o potente terroir de Los Lingues.Vinificação: os cachos são classificados manualmente antes da maceração. Apré-fermentação ocorre por 6 diascom temperatura constante de 6ºC. Afermentação alcoólica se dá em tanques de aço inoxidável durante 17 diasentre 28ºC e 30ºC.Envelhecimento: 100% do vinho é envelhecido durante 14 meses em barris novos de carvalho francês.
Abs.;
Gerson Silva.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Um belo passeio...San Juan


A economia, tradicionalmente, baseia-se na agricultura, especialmente na cultura da uva. San Juan é a segunda produtora de vinho argentino, destacando a variedade de Syrah.
A videira chegou a San Juan entre os anos 1569 e 1589, pelos conquistadores espanhóis. Graças às ótimas condições climáticas e do solo, a vitivinicultura teve um acelerado desenvolvimento, o que se pode observar pela atual produção das diferentes adegas, que estão muito tecnificadas.
A irrigação artificial é imprescindível para os cultivos. Há muitos anos, na província se constroem canais, diques e acéquias. Atualmente há um sistema de irrigação de 2.000 quilômetros de extensão, considerado um dos mais importantes do mundo.
O clima seco e um solo propício fundamenta a olivicultura sanjuanina. Com 15.000 hectares em oliveiras, San Juan tem um importante potencial como produtor de azeite e azeitonas em conserva.
Produz, atualmente, 16.000 toneladas de azeitonas, das quais 4.500 toneladas se destinam para conserva e o resto se industrializa como azeite.
Os azeites sanjuaninos se caracterizam por seus sabores frutados.
Destacam o azeite de oliveira virgem e o de oliveira orgânico. Deste produto orgânico, as maiores vendas se realizam aos Estados Unidos e Japão.
As adegas de San Juan se modernizaram ao ritmo do crescente interesse pelo vinho argentino em outros países.
No departamento de Sarmiento se delineia o vale de El Pedernal, ao pé da Cordilheira de Los Andes, onde se obtiveram variedades de alta qualidade enológica.
Este vale, situado a 1.340 metros de altura, apresenta amplitudes térmicas entre 18 e 20º C que permitem a obtenção de vinhos com boa estrutura.
As cepas implantadas são: Chardonnay, Sauvignon, Semillon, Pinot noir, Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot e Syrah.
Graffigna é a adega mais antiga de San Juan. Há outras importantes, como Viñas de Segisa, Fabril Alto Verde, Las Marianas, San Juan de Cuyo e La Guarda, que integram o Caminho do Vinho no noroeste argentino.
Os estabelecimentos incluídos neste circuito oferecem propostas muito diferentes. A partir dos vinhos orgânicos que Fabril Alto Verde produz até o champanhe elaborado no mesmo coração da montanha, nas covas onde está instalada a adega Cavas de Zonda (somente há três de seu tipo em todo o mundo).
Também, as adegas artesanais começaram a abrir suas portas aos visitantes e constituem outra boa opção para conhecer a elaboração não industrializada do vinho.
Rota da OliveiraDegustar o azeite proveniente das azeitonas sanjuaninas e conhecer de perto esta produção milenar é possível na Rota da Oliveira, que, como a do Vinho, convida a realizar um turismo gastronômico diferente.
Este “caminho de degustação” está integrado por 14 estabelecimentos próximos da capital sanjuanina: ao sul, pela rota nacional N° 40; ao oeste, pela rota provincial N° 12; e ao sudoeste, pelas rotas 20 e 278.
Atravessa 14.600 hectares de cultivos, onde o turista pode conhecer as plantações, os viveiros e os estabelecimentos de produção de azeites e outros derivados das azeitonas.
Os estabelecimentos são: Campo de Olivos, Tupelí, Sol Frut, Mercantil Agropecuaria, San Juan de Ullum, Ciasa, Olimat, Gabriel Mesquida, Baldini, La Constancia, Olivsan, CIF S.A. Olivos San Juan e El Cerrillo.
Novidades para Você ...
Novidades,;Novos Amigos d Sinue, nossa confraria está se espandindo e cada vez indo mais longe, venha você também fazer parte. O fortalecimento do associativismo deve acontecer em várias frentes.Este é um dos objetivos que temos buscado permanentemente e uma das metas prioritárias a ser perseguida diariamente em nossa Confraria.Por isto, uma soma de exemplos desta procura é algo de grande satisfação.Fortalece a quem acredita na força coletiva para realizar eventos de impacto. Ou seja, no fundo fortalece o associativismo. Seja bem vindos caros amigos Confrades.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Bom começo de semana.; vai á dica: Espumante Rosé Casa de Sarmento

GALLO...o azeite é uma das mais antigas dádivas
Fruto de uma árvore milenar, o azeite é uma das mais antigas dádivas para a saúde e boa gastronomia de que há conhecimento. Puro, delicado, fragrante, o azeite pode ser consumido cru ou de todas as formas culinárias, dando sempre um toque distinto e inconfundível a qualquer prato. Há muito que a marca GALLO conhece a riqueza e versatilidade do azeite e é por essa razão que, passado quase um século, desde que se extraiu pela primeira vez o suco da azeitona nos lagares da empresa, ainda consegue surpreender. São anos e anos à serviço da boa gastronomia e da saúde que fizeram do azeite GALLO uma marca líder em seu segmento.Por trás da marca GALLO estão duas gerações de administradores visionários, Victor Guedes, pai e filho, que viram no azeite não apenas um produto de consumo doméstico, mas também um dos símbolos da identidade cultural de um povo. A família era proprietária de uma atividade comercial que se dedicava à exportação de produtos portugueses (azeite, azeitonas em conserva, vinho, castanha, frutos secos e azeitona) para as comunidades emigradas, tendo como mercados preferenciais o Brasil e a Venezuela. Reza a lenda que, em uma determinada manhã, Victor Guedes decidiu chamar o seu azeite de GALLO quando, depois de acordar e abrir as janelas do seu quarto ouviu um galo cantar. Como era de origem espanhola, registrou a marca com dois “L”. O nome foi preservado até hoje pela sua graça e originalidade. Embora a marca de azeite GALLO tenha sido registrada em 1919, foi principalmente nos anos 20 e 30 que a marca cresceu. À medida que a empresa da família crescia, o armazém do Poço do Bispo, em Lisboa, que centralizava a atividade de armazenamento e embalagem e de onde eram expedidos os produtos para fora do país, tornou-se pequeno para a dimensão que o negócio começava a ter.
Em 1938, a família adquire as instalações da União Industrial Lda., empresa fundada em 1860 na cidade de Abrantes. Naquela época existiam em Abrantes armazéns de azeite, um lagar (oficina onde são espremidas as azeitonas), uma refinaria de azeite, indústria de carnes e salsicharia e uma saboaria. A Victor Guedes & Cia começa, então, a preparar ali os lotes de azeite que seriam transportados a granel para um armazém no Poço do Bispo, em Lisboa, onde eram embalados em latas para exportação. Até esse momento, o mercado doméstico era encarado como secundário, onde vendiam apenas azeite extra virgem, e, quando era permitido, o “lotado corrente” (lote de azeite virgem), além de sabões correntes e azeitonas em conserva. O principal destino das vendas era o mercado externo, através das marcas de azeite GALLO e Borboleta, sendo esta última uma marca de segunda linha.
O Brasil sempre foi um dos mercados mais importantes para a marca, importância essa que tem sido reforçada desde 1939, quando o tradicional azeite português tornou-se uma tradição, passada de geração para geração e presente nos momentos especiais da família brasileira. Acredita-se que a diminuição da exportação de azeite espanhol para a América Latina, em conseqüência da Guerra Civil Espanhola, abriu as portas do mercado para a empresa, permitindo expandir e fortalecer o seu negócio na América Latina, especialmente no Brasil. Aliás, foi no Brasil que Victor Guedes (filho) nasceu.
Em 10 de novembro de 1989, após um longo processo de negociação, a FIMA adquire a totalidade das ações da Victor Guedes, S.A., iniciando uma nova fase de expansão e modernização da empresa. Uma vez que a FIMA trabalhava essencialmente no mercado das gorduras, nomeadamente as margarinas, a aquisição teve como objetivo diversificar sua carteira de produtos. As unidades de produção de sabão e extração de óleo de sementes foram desativadas e a atenção se voltou para a seleção, controle de qualidade, loteamento e embalagem de azeite, bem como à refinação e embalagem do óleo de girassol. O início da década de 90 é marcante para a empresa, já que a operação de embalamento de óleo existente na FIMA, situado na localidade portuguesa de Santa Iria, é transferida para Abrantes e, em 1991, ocorre o relançamento da marca GALLO. O azeite é apresentado em novas garrafas, com a imagem da marca que conhecemos hoje.
No decorrer dos últimos anos, depois de ampliar a sua gama de produtos com o lançamento de azeites especiais, vinagres e pastas de azeitonas, a marca GALLO tornou-se líder, não somente no mercado português, mas também a principal marca de azeite em diversos países. Tradicional e genuíno, GALLO apela a tradição secular portuguesa e preserva na sua marca e no imaginário que evoca o que há de melhor em Portugal e na sua cultura.
● Origem: Portugal
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Você sabia?

A imagem da “dama voadora” colocada sobre os capôs dos automóveis Rolls Royce são hoje sua marca registrada. A primeira dessas estatuetas, conhecidas como Spirit of Ecstasy (espírito de êxtase), foi encomendada por lorde de Montagu, assim que recebeu seu carro feito a mão, em 1911. A modelo foi sua secretária, Eleonor Thorton, por quem o nobre tinha explícita admiração. O escultor Charles Sykes foi quem recebeu a tarefa do lorde para fazer uma escultura que representasse a amada sentindo o vento e a “música” do motor de sua nova máquina.
Dica para o fim de semana...
é o vinho que busca atender o consumo de verão brasileiro. Um vinho de muito frescor, mineralidade e leveza. Um branco de altitude atingindo 13,3% de álcool e que consegue manter a elegância e o equilíbrio harmônico. Fácil de beber, é um ótimo vinho para acompanhar peixes leves, ostras e queijos não maturados. Um grande terroir, um nobre vinhedo, um belo vinho de aperitivo!
Ficha Técnica:
Origem: Campos de Herciliópolis - Água Doce-SC
Produto: Villaggio Grando Sauvignon Blanc
Safra: 2008
Tipo Da Uva: Sauvignon Blanc
Altitude: 1.350 metros
Sistema De Condução: Espaldeira
Época Da Colheita: Abril/2008
Fermentação: Aço Inox
Barrica: Não estagiou em Carvalho
Número De Garrafas:
Lote: Único
Estilo: Vinho varietal
VISUAL....
Sua cor é amarelo palha, brilhante e transparente.
É um vinho com muitas e finas lágrimas.
NASAL.....
É marcado por um intenso e amplo aroma que inicia com toques vegetais de chá e ervas somados a aromas minerais que partem a frutas e fumaça.
BOCA......
Fresco, vivo e delicado, principalmente pelo fato de ser um pouco mais mineral, condição que levou ao não uso de barricas de carvalho para, justamente, não perder estas características.
Este vinho seco, de bom corpo, tem sua graduação alcoólica em 13,3%, porém, se mantendo muito equilibrado.
Por fim, sua persistência revela uma grande característica de um vinho de altitude.
http://www.villaggiogrando.com.br/
Casa de Sarmento Touriga Nacional 2004
Produtor: Casa de Sarmento
Região: Bairrada
Casta: Touriga Nacional
Teor Alcoólico: 12,5% vol.
Notas de prova: De cor rubi violácea e com um halo de evolução, este Touriga Nacional apresenta-se harmonioso, de estrutura sólida, com aroma intenso a frutos silvestres, com notas de caruma e de café. É um vinho encorpado, apesar do seu teor alcoólico ser de apenas 12,5% vol. e de taninos robustos e aveludados, atributos da grande personalidade desta casta. Apresenta um final de boca longo e persistente.Para reter toda a sua textura rica e aveludada, este tinto não foi filtrado antes de ser engarrafado, pelo que poderá formar algum depósito com o decorrer do tempo.
Harmonização: Queijos de pasta dura, de cabra ou ovelha, mais suaves, sem cardo ou sabor picante, assim como queijos curados de pasta mole acompanham na perfeição este Touriga. As partes mais magras do porco, perna de borrego, vaca e vitela assados ou estufados, caça de todo o género, pato e frango e churrascos em geral, são igualmente um ótimo acompanhamento para este tinto, nem tão velho que se possa perder no sabor intenso de alguns pratos, nem tão novo que possa anular as delicadas matizes de outros.
Temperatura de Serviço: Deverá ser servido a uma temperatura de 14 a 16 ºC.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Comidas e Vinhos Boa dicas....

Casa de Sarmento tricancadeira: Vinho delicado e refrescante. É rico em aromas. Combina muito bem com saladas e peixes com ervas aromáticas.
Marques de Arienzo Reserva: Possui paladar macio, redondo e aveludado. Harmoniza com todos os tipos de refeições.












