quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Rosé Pavão ...

Rosé Pavão 2007

Produtor: Vercoope
Região: Vinhos Verdes
Sub-Região: Ave
Teor Alcoólico: 10% vol.
Notas de prova: Possui aspecto brilhante, cor salmão, aroma limpo e frutado de média intensidade. Na boca é fresco, devido à sua acidez, com retrogosto frutado. Possui corpo médio, graças ao seu teor alcoólico de 10% vol., assim como média intensidade de fruta.É um vinho jovem, ligeiro, fresco e fácil de beber.
Harmonização: Entradas, como queijos frescos de leite de vaca, neutros e ligeiros, e melão com presunto, entrada bem típica dos Verões portugueses, são uma excelente escolha de harmonização. De fato, esta entrada, de difícil conciliação, uma vez que os sabores apimentados e doces do melão pedem um vinho e o gosto fumado e a gordura do presunto pedem outro, encaixam perfeitamente com este rosé. Carnes magras grelhadas, frango assado, verduras gratinadas, massas italianas e tortilhas são também outras alternativas interessantes.
Temperatura de Serviço: Deverá ser servido a uma temperatura de 8 a 10 ºC.

1) Sub-Região de Monção

2) Sub-Região de Lima

3) Sub-Região do Cávado
4) Sub-Região de Ave

5) Sub-Região de Basto

6) Sub-Região de Sousa

7) Sub-Região de Amarante

8) Sub-Região de Paiva

9) Sub-Região de Baião




http://www.saborluzitano.com.br/

Bairrada...

Bairrada



Apesar da produção de vinho existir desde o século X, foi no século XIX que a Bairrada se transformou numa região produtora de vinhos de qualidade. De fato, nesta época, em 1867, a Bairrada é tida como sendo a segunda mais importante região vitivinícola portuguesa, a seguir ao Douro. Vinte anos mais tarde, em 1887, fundou-se a Escola Prática de Viticultura da Bairrada, destinada a promover os vinhos da região e melhorar as técnicas de cultivo e produção de vinho, tendo como primeiro resultado prático a criação de vinhos espumantes, em 1890.
Em 1908, aquando da demarcação de outras regiões vitícolas, foi igualmente proposta a demarcação da Região da Bairrada, uma vez que a qualidade dos seus vinhos assim o justificava. No entanto, a lei das Regiões Demarcadas de então, dificultava e taxava o trânsito de vinhos de outras regiões na entrada da Região Demarcada. Era um conceito de Região Demarcada, como proteção territorial dos vinhos da região, bem diferente do conceito de "Denominação de Origem" hoje utilizado. Infelizmente, interesses contraditórios do setor vitivinícola atrasaram essa demarcação, sendo necessário esperar mais sessenta e nove anos para que esta se concretizasse. De fato, ao longo do século XX, as leis e os conceitos foram evoluindo e, aliados à vontade conjugada de produtores e comerciantes, foi oficialmente reconhecida, em Dezembro de 1979, a Denominação de Origem de um dos mais antigos e apreciados vinhos portugueses, os vinhos da Bairrada.
É na Beira Litoral, entre as cidades de Aveiro e Coimbra, que se situa a Região da Bairrada, cujo nome deriva da natureza dos seus solos argilosos, os barros.
O clima desta Região é caracterizado por Verões com dias quentes e noites frescas, sendo condicionado pela proximidade do oceano Atlântico, ainda que subsistam muitos traços de caráter mediterrânico, bastante seco no período estival, mais propriamente nos meses de Julho e Agosto. A ocorrência de geadas primaveris é frequente até meados de Abril, podendo também se verificar, embora que esporadicamente, nos primeiros dias de Maio, o que condiciona o cultivo de determinadas castas brancas regionais, que são bastante temporãs. Em certos anos, em que os níveis de precipitação são abundantes na segunda metade do mês de Setembro, também se verifica a ocorrência de ataques de Botrytis Cinerea, fungo também conhecido por podridão cinzenta ou nobre, a que algumas castas regionais são particularmente sensíveis.
A Região Vitivinícola da Bairrada apresenta um relevo marcado por colinas suaves entre as cotas de altitude de 50 e 150 metros, denotando-se as maiores altitudes a Nascente, correspondentes às encostas das Serras do Caramulo e do Buçaco.Sob o ponto de vista geológico, as vinhas encontram-se instaladas predominantemente em solos de natureza argilosa e argilo-calcária, solos bastante secos, favorecendo uma boa maturação das uvas, especialmente da casta tinta Baga.
O encepamento de castas tintas domina o conjunto das plantações, com 85% do total e é constituído quase exclusivamente pela casta Baga, representando 95% do número total das videiras tintas regionais. Recentemente, foi permitido na Região DOC Bairrada plantar castas internacionais, como a Cabernet Sauvignon, Syrah, Merlot e Pinot Noir que partilham os terrenos com outras castas nacionais como a Baga ou a Touriga Nacional. Relativamente às castas brancas, Fernão Pires, igualmente denominada por Maria Gomes na Região, representa quase metade do encepamento, todavia as castas Bical e Cerceal também assumem alguma importância, ocupando uma área de cerca de 10% do total.

Casa de Sarmento Grande Escolha Beiras




Produtor: Casa de Sarmento
Região: Bairrada
Casta: Touriga Nacional e Merlot
Teor Alcoólico: 14% vol.


Notas de prova: Produzido apenas em colheitas excepcionais, este Grande Escolha é elaborado com as castas Touriga Nacional e Merlot, na Região Demarcada da Bairrada, onde predominam solos de natureza argilosa ou argilo-calcária, solos bastante secos, que favorecem uma boa maturação das uvas. É um vinho que expressa notoriamente as principais características das castas que o compõem, da Touriga sentem-se os taninos bem personalizados e da Merlot destaca-se o perfil aromático, de caráter frutado, com notas de alcaçuz, amora, groselha negra e mirtilo. Apresenta uma coloração rubi violácea, marcada por um halo de evolução. Possui um perfil aromático bastante peculiar, com notas frutadas bem características da casta Merlot, sendo também perceptível um ligeiro perfume floral a violetas. Na boca é macio, equilibrado e encorpado, com 14% vol., de taninos redondos e aveludados. Um vinho complexo e de taninos já domados que merece ser descoberto por si.
Harmonização: Queijos de pasta dura, de cabra ou ovelha, assim como queijos curados de pasta mole acompanham na perfeição este Grande Escolha Beiras. Rodízios, perna de borrego, assados em geral, como vaca e vitela assados ou estufados, aves de capoeira, pato e frango e lombo de porco são igualmente um ótimo acompanhamento para este tinto, nem tão velho que se possa perder no sabor intenso de alguns pratos, nem tão novo que possa anular as delicadas matizes de outros.
Temperatura de Serviço: Deverá ser servido a uma temperatura de 16 a 18 ºC

AGUARDENTE ADEGA VELHA

Produzir uma aguardante como Adega Velha requer não só o tempo mas sim a começar pela qualidade das uvas, lentas e cuidadas destilações em alambiques Charentais, trazidos da região de Cognac (França). A cor âmbar magnífica resultam do repouso em cascos de carvalho da região de Limousin, famosos pelas características únicas de sua madeira. A arte do homem dos adegueiros da Quinta de Aveleda e o toque final da mãe natureza, na penumbra da Adega Velha onde repousam os barris e neles a preciosa aguardente que vem a ser uma vem a ser uma verdadeira obra prima.
Características: de cor âmbar e aspecto límpido, apresenta um bouquet complexo e harmonioso de flores silvestres, envolvidos por uma sensação delicada de aroma de madeira nobre. Originário de uvas de baixo teor alcoólico, aromáticas e frescas, suavidade e toque aveludado e complexidade de aromas.Considerada a melhor aguardente de Portugal.
Afinamento: 12 anos em carvalho francês. Álcool: 39% Caixa: 6gf de 700ml

Região: Vinho Verde Portugal
Proprietário: Quinta da Aveleda Composição:
Uvas selecionadas das vinhas de Quinta da Avelada.
Avaliações:- Medalha de Prata - Brussels Spirits Award 2001, Bélgica- Revista de Vinhos - classificação "Muito Bom / Excelente" (Edição de Dezembro de 1997) Portugal
Serviço: 22 a 25 ºCIdeal como digestivo

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Outback

Restaurantes decorados com pranchas, mapas, bandeiras, cangurus, coalas, bumerangues, crocodilos. No cardápio pratos com temperos marcantes. Vinhos e cervejas australianas. Tudo em um ambiente rústico e informal que beira ao selvagem. Não, não é um típico restaurante no interior desértico da remota Austrália. É apenas a descrição de um restaurante típico da rede OUTBACK STEAKHOUSE.
A história
A idéia nasceu quando quatro empresários, entre eles Chris T. Sullivan, Robert D. Basham, Tim Ganon e Trudy Cooper, do estado da Flórida, decidiram montar uma steak house temática na cidade de Tampa, em fevereiro de 1988, que fugisse dos padrões convencionais. A inspiração veio do outro lado do mundo. A começar pelo nome. OUTBACK é a forma como os australianos se referem ao árido interior de seu país. Dentro dos restaurantes, a decoração rústica copiava as casas de campo da década de 50 na Austrália. E até a iluminação suave, levemente alaranjada, remetia ao pôr-do-sol da Oceania.

A rede caiu rapidamente no gosto dos consumidores. Além da atmosfera diferenciada, o cardápio foi cuidadosamente estudado para reunir os tipos de carne preferidos dos americanos (costela de porco e cordeiro) e o tempero australiano, meio doce meio apimentado. Em 1996 a rede inaugurou em Toronto no Canadá seu primeiro restaurante internacional. A partir deste momento, a rede de restaurantes cresceu rapidamente, espalhando-se pelos Estados Unidos e outros países do planeta, desembarcando no Brasil no dia 9 de novembro de 1997 na cidade do Rio de Janeiro com a inauguração de um restaurante na Barra da Tijuca, oferecendo um conceito e uma temática diferentes de tudo o que já existia no país. Pela primeira vez chegava o conceito de casual dinning, trazendo o tempero marcante do OUTBACK STEAKHOUSE, a famosa Bloomin´Onion, o refrigerante refil, atendentes universitários. E tudo isso em um ambiente descontraído para animar a todos. Ao sucesso absoluto de público desse primeiro restaurante seguiram-se as aberturas de quatro restaurantes em São Paulo e um em Campinas nos anos seguintes. Atualmente a rede conta com 18 restaurantes no país.

O cardápio

Geralmente o cardápio tradicional da rede inclui porções bem generosas com variedades de carnes bovinas (steaks), opções de peixe, camarão, frango, carne suína, cordeiro, massas, sanduíches, sopas e saladas. Há também uma seleção de pratos especiais para crianças até 12 anos. Além disso, os famosos aperitivos e sobremesas são realmente um grande diferencial em sabor. Os principais pratos do cardápio, conhecidos mundialmente, são a Bloomin' Onion (cebola gigante fatiada em forma de flor, empanada e servida com molho); Aussie Cheese Fries (batatas fritas especiais, cobertas com queijos derretidos, bacon picado e servidas com molho Ranch); Alice Springs Chicken (peito de frango grelhado coberto de bacon, champignons e queijos gratinados, temperado com molho Honey Mustard, servido com fritas); Ribs on the Barbie (costela de porco defumada e grelhada, regada ao molho Barbecue ou Billabong, servida com fritas e Cinnamon Apples); Grilled Shrimp on the Barbie (camarões grelhados servidos com o delicioso molho Remoulade); Kookaburra Wings (sobre-asas de frango, preparadas à moda de Buffalo, servidas com tempero suave ou picante); Cinnamon Oblivion (sorvete de creme com nozes caramelizadas, cinnamon apples, cinnamon croutons, calda de caramelo e chantilly); e Cheesecake Olívia (no estilo de New York com calda de raspberry ou caramelo).
Outback Bloomin´Day
No Brasil é realizado o Outback Bloomin´ Day, evento anual quando em um determinado dia, parte das vendas da famosa cebola gigante exclusiva da rede, a Bloomin´Onion, é revertida para instituições ligadas à saúde e educação infantil. O evento já está em seu quarto ano de realização.


A evolução visual

O logotipo inicial da marca tinha como símbolo um canguru carregando uma pequena trouxa (SWAG) contendo os seus pertences, que, em uma caminhada simbólica chamada de “walkabout”, representava o movimento migratório em direção a outros países vizinhos. Recentemente, em 2007, o logotipo passou por uma reformulação visual ganhando uma imagem mais simples e refinada, com a palavra Outback sob um horizonte de montanhas, que representam o relevo do próprio Outback australiano (deserto que cobre quase 2/3 do território do país).

Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: Fevereiro de 1988
● Fundador: Bob Basham, Trudy Cooper, Chris T. Sullivan e Tim Gannon
● Sede mundial: Tampa, Florida
● Proprietário da marca: OSI Restaurant Partners, Inc
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman: Chris T. Sullivan
● CEO: William Allen III
● Presidente: Jeff Smith
● Faturamento: US$ 3.9 bilhões (estimado)
● Lucro: US$ 100 milhões (estimado)
● Lojas: 950
● Presença global: 23 países
● Funcionários: 116.000
● Presença no Brasil: Sim (22 lojas)
● Segmento: Restaurantes
● Principais produtos: Restaurante casual de comida australiana
● Ícones: Bloomin’ Onion (cebola) e o ambiente de seus restaurantes
● Slogan: No Rules. Just Right.
● Website: www.outback.com
A marca no mundo
A OUTBACK STEAKHOUSE tem mais de 800 restaurantes nos Estados Unidos e mais de 120 em outros 22 países do mundo como Brasil, Aruba, Canadá, México, Coréia do Sul, Filipinas, Porto Rico, Peru, Ilhas Cayman. Embora tenha nascido nos Estados Unidos, fez fama como a mais australiana das cadeias de alimentação.
Você sabia?
● No Brasil a rede utiliza o slogan “Explore este sabor”.

A marca de conhaques COURVOISIER

A marca de conhaques COURVOISIER é mítica não somente pela preciosidade dos líquidos sagrados acondicionados em garrafas que mais parecem obras de arte, mas também pela lenda que se criou em torno da relação dela com o imperador francês Napoleão Bonaparte. Graças a um trabalho magnífico, durante quase dois séculos, os famosos conhaques estão presentes nos mais requintados e luxuosos ambientes do mundo, repousando em copos segurados por mãos muitas reais. Por tudo isso, não é exagero nenhum afirmar que a marca possui uma imagem chique e aristocrática.

A história
A história da tradicional marca de conhaque francês tem sua origem no início do século 19 quando Emmanuel Courvoisier, um comerciante de vinhos e bebidas nativo da região de Jura, e seu sócio Jules Gallois, estabeleceu uma pequena empresa de comércio de bebidas em Bercy, um subúrbio de Paris. Diz a lenda, que no ano de 1811, Napoleão Bonaparte, depois de uma visita ao pequeno estabelecimento, que era fornecedor oficial de bebidas da Corte Imperial, onde foi recebido pessoalmente por Jules Gallois, também prefeito de Bercy, e pelo próprio Emmanuel, acabou levando muitos barris do conhaque em sua bagagem para aproveitar seus seis anos de exílio em St. Helena, uma ilha no sul do Atlântico. Depois do episódio, o conhaque vendido pelos dois comerciantes ficaria conhecido anos depois como “The Brandy of Napoleon” (O Conhaque de Napoleão).

Em 1835, Felix Courvoisier, filho de Emmanuel, estabeleceu a empresa em Jarnac, onde em 1843 fundou a Chateau Courvoisier Company, também em sociedade com Jules Gallois. Em 1866 com a morte de Felix, que por não ter herdeiros, a empresa acabou nas mãos de seus sobrinhos e sócios, que comandaram a companhia até o século XX. A reputação do COURVOISIER de ser um conhaque de extrema qualidade foi mais uma vez reforçada por Napoleão III que garantiu a marca como fornecedora oficial da corte real em 1869. No começo do século foi lançado o conhaque NAPOLEON FINE CHAMPAGNE, uma clara homenagem ao controverso imperador.

No ano de 1909 a família Simon, proveniente da Inglaterra comprou a empresa, começando a construir o nome e reputação do conhaque internacionalmente, introduzindo inovações como a silhueta de Napoleão no logotipo da marca em 1950 e a de Josephine na garrafa do produto, que nesta época já era conhecido mundialmente. Em 1964 a marca foi vendida para o grupo canadense Hiram Walker. Nesta época o conhaque COURVOISIER já se tornara líder em sua categoria. No ano de 1983 o conhaque foi condecorado com o título Prestige de la France, único em sua categoria a conseguir este feito. Uma nova troca de comando ocorreu em 1986, quando a empresa passou para as mãos do grupo inglês Allied Lyons, que mais tarde viria a se chamar Allied Domecq, e da qual a Beam Global Spirits & Wine comprou a marca de conhaque francês. Em 1994 o COURVOISIER XO IMPERIAL foi nomeado melhor conhaque do mundo na International Wine and Spirit Competition.

No ano de 2000 a marca começou uma campanha publicitária nos Estados Unidos, posicionando o produto como um acessório chique e requintado. Esse posicionamento resultou em 2007, como o lançamento de dois perfumes masculinos com a marca COURVOISIER, e no ano seguinte com uma linha que conta com celulares, iPods e roupas em parceria com a LRG de Jonas Bevacqua. Atualmente o portifólio da marca inclui os conhaques VS (mais conhecido e consumido da marca, é envelhecido de 4 a 7 anos), V.S.O.P. Fine Champagne (contém mais de 50% de cognacs da região francesa de Grande Champagne, destacando-se dos demais pela combinação do aroma de sua essência com a de carvalho dos barris), V.S.O.P Exclusif (com aroma e sabor mais contemporâneo), Napoleon Fine Champagne, XO Imperial (conhaque extra-premium, é uma combinação de cognacs envelhecidos por longos anos que possui um singular buquê, muito mais aromático que o dos conhaques de sua categoria), e as linhas especiais Initiale Extra e L’Esprit de Courvoisier (considerado o conhaque mais exclusivo e caro do mundo, sua garrafa é feita em cristal pela grife Lalique. A obra-prima é feita com uma mistura de conhaques destilados desde 1802 até 1931).
Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 1843
● Fundador: Felix Courvoisier e Jules Gallois
● Sede mundial: Jarnac, França
● Proprietário da marca: Beam Global Spirits & Wine Inc.
● Capital aberto: Não
● CEO & Presidente: Jean-Marc Olivier
● Faturamento: Não divulgado
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 140 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 190
● Segmento: Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Conhaques
● Ícones: A garrafa do conhaque XO Imperial
● Slogan: Le Cognac de Napoleon.
● Website: www.courvoisier.com
A marca no mundo
Os famosos e requintados conhaques da marca podem ser encontrados em mais de 140 países ao redor do mundo, vendendo mais de 13 milhões de garrafas por ano. COURVOISIER é vice-líder nos mercados americano e britânico.-
Você sabia?
● Jean-Marc Olivier é o Master Blender da COURVOISIER desde 1986, responsável por garantir a qualidade superior do conhaque.



Codorníu - A Champagne Espanhola

A cava Codorníu começou sua história a partir de 1551, quando Don Juame Codorníu passou suas adegas, prensas, barris e cortes de uva aos seus sucessores. Em 1659, Dona Maria Anna De Codorníu casa-se com Don Miguel Raventós. Em 1872 surge a 1ª garrafa de Cava, grande inovação de Don Josep Raventós. Em 1885, Don Manuel Raventos expande o grande trabalho de seu pai, além das fronteiras elevando Codorníu no reconhecimento merecido. Cavas Codorníu começam a ganhar medalhas entre 1888 em exposições ao redor do mundo. Desde 1894, quando as champagnes da marca começaram a serem exportadas para Cuba e Argentina, a Codorníu adquiriu grande reconhecimento internacional. Compõe a linha de cava Codorníu: Anna de Codorníu e Cuvée Raventós. Codorníu é a marca n° 1 na Espanha com massiva distribuição com 95% de presença em cadeias importantes de supermercado. Todos os espumantes produzidos são envelhecidos pelo método tradicional e a empresa é longamente reconhecida por utilizar Chardonnay e Pinot noir em sua linha agregando aroma e qualidade excepcional ao vinho.
Espumante Codorniu Brut Clássico. Espumante branco brut seco, elaborado a partir da seleção cuidadosa de uvas Macabeo e Chardonnay, procedentes de vinhedos escolhidos da região da Cava. Suave e rápida extração de 50% do mosto que fermentará nos tanques de aço inoxidável a temperatura de 15° a 18° C. O vinho obtido fermentará uma 2ª vez na garrafa a uma temperatura de 12ºC a 15°C. Envelhecimento na garrafa segundo severas normas do método tradicional durante 18 meses. Ideal para acompanhar pratos leves à base de pescados, sobremesas e como aperitivo. Graduação alcoólica 11,5%vol. Conteúdo 750ml, vidro. Espumante Espanhol.

Vinhos Verdes ...


A cultura da vinha tem remotas tradições na Região Demarcada dos Vinhos Verdes. Apesar da mais antiga menção conhecida ao Vinho Verde se encontrar num documento datado de 1606, passado pela Câmara do Porto, a dimensão comercial do Vinho Verde apenas surgiu verdadeiramente no século XX. Foi nessa altura que, pela primeira vez, se definiu em termos legais, o que mais tarde se entenderia por Vinho Verde e se delimitou a sua Região produtora (1908), se regulamentou o seu comércio (1922) e, finalmente, se criou a sua Comissão de Viticultura (1926).
Apenas mais tarde, em 1949, viria o reconhecimento da Denominação de Origem do Vinho Verde pela OIV (Office International de la Vigne et du Vin) e, posteriormente, em 1973, o registro internacional desta Denominação de Origem, na OMPI (Organização da Propriedade Intelectual), em Genebra.O reconhecimento e o registro internacional da Denominação de Origem constituem como que um corolário, quer na adaptação das castas e técnicas culturais, quer no esforço de sistematização das características próprias e diferenciadas do Vinho Verde. A Denominação de Origem veio assim conferir, à luz do direito internacional, a exclusividade do uso da designação Vinho Verde a um vinho com características únicas, já consagradas por uma longa tradição e associá-la a uma região produtora bem determinada e inconfundível, a Região do Minho.
A atual Região Demarcada dos Vinhos Verdes estende-se por todo o Noroeste do país, pouco abaixo da fronteira espanhola, zona tradicionalmente conhecida como Entre-o-Douro-e-Minho.Tem como limites geográficos, a norte, o Rio Minho, fazendo fronteira com a Galiza (Espanha), a nascente e a sul zonas montanhosas, que constituem a separação natural Entre-Douro-e-Minho Atlântico e as zonas do país mais interiores, de características mediterrânicas e, por último, o Oceano Atlântico, que constitui o seu limite poente.
O clima da Região é fortemente condicionado pelas características orográficas e pela organização da sua rede fluvial. O aspecto mais marcante é o regime anual da chuva, que se caracteriza por uma média total anual bastante elevada, sensivelmente de 1500 mm, e uma irregular distribuição ao longo do ano, concentrada majoritariamente no Inverno e Primavera. Relativamente à temperatura média anual, esta pode ser considerada não excessiva, o que se traduz num regime de clima ameno.
Os solos, na maior parte da Região, têm origem na desagregação do granito. Caracterizam-se, em regra geral, por apresentar pouca profundidade, texturas predominantemente arenosas a franco-arenosas (ligeiras), acidez naturalmente elevada e pobreza em fósforo. Os níveis de fertilidade são naturalmente baixos, porém, dada a natureza dos sistemas agrários praticados nesta Região, os solos apresentam uma considerável fertilidade adquirida. O segredo desta fertilidade poderá resumir-se a dois principais tipos de intervenções do homem em condições naturais, pelo controle do relevo através da construção de socalcos e pela incorporação intensiva de matéria orgânica no solo.
As castas da Região e, apenas cultivadas no Noroeste Ibérico, são consideradas autóctones. Estas constituem um dos fatores que traduz com maior intensidade a especificidade do Vinho Verde, para além de ajudarem na distinção das suas Sub-Regiões (Monção, Lima, Basto, Amarante, Ave, Baião, Cávado, Paiva e Sousa).



1) Sub-Região de Monção



2) Sub-Região de Lima



3) Sub-Região do Cávado



4) Sub-Região de Ave



5) Sub-Região de Basto



6) Sub-Região de Sousa



7) Sub-Região de Amarante



8) Sub-Região de Paiva



9) Sub-Região de Baião


Belos vinhos, para um bom gosto...

Espumante Brut de Aragonez Casa de Sarmento




Brut de Aragonez 2006 Casa de Sarmento


Produtor: Casa de Sarmento
Região: Alentejo
Casta: Aragonez
Teor Alcoólico: 12,5% vol.
Notas de prova: Este exuberante espumante branco, de cor palha e reflexos pérola, foi elaborado a partir da casta tinta Aragonez, também conhecida por Aragonês no Alentejo, Tinta Roriz nas regiões mais a norte de Portugal, mais particularmente no Douro e por Tempranillo em Espanha. De fato, esta casta de grande nobreza e de extraordinária qualidade, é uma das mais conhecidas da Península Ibérica. Porém, e de modo a que as suas características sejam enaltecidas, a sua produção terá de ser controlada, tendo como condições ideais solos arenosos e argilo-calcários em climas quentes e secos, para que a sua produção seja menor e os bagos mais concentrados, tal como se verifica na Sub-Região de Portalegre onde é produzido.Este Brut de Aragonez apresenta uma bolha fina e abundante, com perlage persistente e aromas próprios da casta, finos e elegantes, que sugerem flores silvestres e pimenta, denotando-se também certas notas vegetais. Com um percentual alcoólico de 12,5% vol., na boca mostra-se robusto, apresentando uma mousse bastante suave e delicada, onde se denota também um retrogosto floral. A sua acidez fixa é relativamente baixa, contudo este espumante de Aragonez apresenta-se bastante equilibrado, com um final vigoroso.
Harmonização: Queijos frescos, aperitivos ou entradas ligeiras, acompanham bem este exuberante espumante Brut. Marisco em geral, peixes magros grelhados ou assados, peixes fumados e carnes brancas, de tempero ligeiro, são também uma boa alternativa.
Temperatura de Serviço: Deverá ser servido a uma temperatura de 6 a 8 ºC.

Uma bela dica, e claro e novidade no Brasil.....





terça-feira, 22 de setembro de 2009

ROLEX ....

Dizem que se alguém não tiver um ROLEX no pulso, na verdade não há pulso. E tecnicamente se não há pulso a pessoa está morta. Você algum dia já ouviu alguém dizer que um ROLEX falhou? Pois é, um ROLEX nunca falha. Verdade? Talvez sim, talvez não, o fato é que ele é conhecido por nunca falhar. Ver as horas em um ROLEX é apenas um detalhe.

A história
Em 1905, depois de estágios em relojoarias da Suíça, o alemão Hans Wilsdorf fundou com seu cunhado, o inglês Alfred Davis, a empresa Wilsdorf & Davis. Sediada em Londres, a empresa importava, montava e distribuía relógios com mecanismos suíços. O grande sucesso teve início com decisão tomada por Wilsdorf, no ano seguinte, em especializar-se somente em relógios de pulso, um mercado emergente naquela época. A produção incluía uma variedade de desenhos de caixas: casuais, formais e esportivos. Estes modelos eram vendidos para joalheiros, que posteriormente colocavam suas próprias marcas nos relógios. Por ser de fácil pronúncia em todos os países da Europa e curto o suficiente para se adequar a um mostrador de relógio, somente em 1908 o nome ROLEX foi adotado. A escolha do nome foi arbitrária, sem nenhum significado em especial, sendo a primeira marca a utilizar o sufixo “ex”. Ele apostou nos relógios de pulso, pouco comuns na época em que se usavam peças de bolso. Foi criticado pelos conservadores, mas ganhou apoio dos atletas da época, que necessitavam consultar as horas de uma forma mais prática. Em 1910, Wilsdorf mandou um de seus relógios para ser testado na Escola de Horologia da Suíça. A ele foi concedida a primeira classificação de cronômetro para um relógio de pulso do mundo. Outra validação ocorreu em 1914, quando o Observatório Kew de Londres certificou um relógio de pulso ROLEX com sendo tão preciso quanto um cronômetro marítimo. Foi a primeira vez que um relógio de pulso recebeu o status de “cronômetro” - uma classificação que, mesmo nos dias de hoje, é obtida por relativamente poucos relógios. Ele reconhecia como as principais necessidades de um relógio: primeiramente manter a hora precisa. E segundo ser confiável. Com o prêmio de “Cronômetro”, a exatidão da medida do tempo foi considerada sob controle, e Wilsdorf começou a trabalhar na melhoria da confiabilidade de seus relógios. Um dos principais problemas daquele tempo era a poeira, o calor e a umidade que entravam progressivamente, através do fundo da caixa e da coroa, danificando os intrincados movimentos mecânicos. Para resolvê-lo, desenvolveu uma revolucionária coroa com dupla trava que era rosqueada na caixa como a escotilha de um submarino para criar um selo hermético. Era o surgimento, em 1926, do modelo OYSTER, primeiro relógio a prova d’água do mundo. O nome foi dado quando Wilsdorf relembrou sua dificuldade em abrir uma ostra em um jantar.

O primeiro relógio à prova de água foi inteligentemente anunciado ao redor do mundo. Naquele tempo, o público era particularmente cético se o relógio seria realmente à prova d’água. Contudo, após ver um relógio dentro de um aquário em uma vitrine, muitas pessoas eram convencidas. Esta campanha gerou uma enorme divulgação da marca ROLEX. Outro episódio que gerou divulgação para a marca ocorreu, quando no ano seguinte, uma jovem nadadora, chamada Mercedes Gleitzer, cruzou a nado o Canal da Mancha com um Rolex Oyster no pulso. Para divulgar o grande feito, Wilsdorf colocou uma foto da nadadora no jornal Daily Mail, ressaltando o feito com a frase “O maravilhoso relógio que desafia os elementos: à prova de umidade. À prova de água. À prova de calor. À prova de vibração. À prova de frio. À prova de poeira”. Se o primeiro Oyster tinha um defeito, este era a sua coroa. O relógio era hermético apenas quando a coroa estivesse rosqueada. Para desencorajar as pessoas à brincarem com a coroa, Wilsdorf veio com uma outra inovação que impulsionou a indústria relojoeira ainda mais à frente. Em 1931 inventou o rotor “perpétuo”, que literalmente dava corda ao relógio a cada movimento do pulso do usuário através de uma placa de metal semicircular, que sob a ação da gravidade, movia-se livremente para carregar a corda do relógio. O primeiro relógio automático de sucesso tornou-se a pedra fundamental do império ROLEX. O modelo Oyster Perpetual é o que realmente faz um ROLEX ser um ROLEX. Este modelo já sobreviveu às profundezas do oceano com Jacques Piccard e à conquista do Everest com Sir Edmund Hillary. Ele manteve a sua precisão em temperaturas abaixo de zero no Ártico, no escaldante Saara e na ausência da gravidade do espaço. Ignorou acidentes de aviões, lanchas e naufrágios, quebrou a barreira do som e foi ejetado de um caça a 22.000 pés. Quando chegou a Segunda Guerra Mundial, o nome ROLEX tinha tanto prestígio na Grã-Bretanha que os pilotos da Real Força Aérea (RAF) rejeitavam relógios inferiores distribuídos pelo governo e usavam seus soldos para quase esgotar o estoque inglês do ROLEX Oyster Perpetuals. A gentileza era devidamente recompensada: qualquer prisioneiro de guerra britânico cujo ROLEX fosse confiscado precisava apenas escrever para Genebra para receber sua reposição. Soldados ianques voltavam para casa com um novo souvenir em seus pulsos. E assim o romance dos Estados Unidos com a ROLEX começou


A fama da marca aumentou ainda mais, e ROLEX tornou-se um grande símbolo de status. Em 1953, membros de uma vitoriosa expedição ao monte Everest, chefiada por Sir John Hunt, usaram o Rolex Oyster em mais um grande teste para a marca. Embora tenha vivido em Genebra por 40 anos, Wilsdorf nunca se tornou um cidadão suíço. Ele morreu como britânico em 1960. Dois anos após a sua morte, o quadro de diretores da empresa nomeou André Heiniger, aos 41 anos de idade, como o novo diretor geral da empresa. Tendo trabalhado com Wilsdorf por 12 anos, ele compartilhava a visão de seu patrão para a empresa, bem como seu alto nível de energia. Todos estes traços provaram-se inestimáveis quando a indústria relojoeira suíça começou a cair no esquecimento.

A explosão do quartzo no final da década de 60 quase varreu o relógio mecânico da história. Com a substituição do trabalho intensivo do artesanato pela tecnologia digital de baixo custo, os japoneses deixaram a indústria suíça em estado crítico. Enquanto a maioria das relojoarias de Genebra, embarcava febrilmente na moda do quartzo, a ROLEX resolutamente se agarrava às suas armas mecânicas. Quando a poeira assentou, mais da metade dos produtores de relógios de Genebra havia falido. Um terço dos sobreviventes, incluindo nomes de prestígio como Omega, Longines, Tissot e Rado, foram incorporados por consórcios de investidores privados para evitar a falência. Este destino não afligiria a ROLEX, porque Hans Wilsdorf, ainda em vida, garantiu que ela nunca seria vendida. Em 1944, quando ficou viúvo, criou uma fundação com seu nome que ficaria responsável por perpetuar a marca e doar parte dos lucros.

Para quem passou um século ganhando dinheiro com a contagem do tempo, a atitude chega a ser estranha. A ROLEX não festejou os 100 anos de história em 2008. A badalada grife não perdeu a hora, só não queria fazer alarde. Assim mesmo, sem anúncios. Apenas o relançamento do relógio Oyster Perpetual Day-Date, de 1956, ícone na história da marca por ser o primeiro a mostrar o dia da semana por extenso. Há quem ache heresia, mas o anti-marketing da ROLEX é o seu principal marketing. São raras as aparições de seus executivos na mídia. O curioso é que a marca, contudo, é muito falada. Estima-se que ela seja uma das maiores compradoras de ouro da Suíça, matéria-prima crucial na produção de seus relógios. Suas peças são desejadas no mundo inteiro e seu rótulo é facilmente reconhecido.
A linha do tempo

1928
● ROLEX Prince, com mostrador duplo e caixa retangular, se tornou um campeão de vendas.

1931
● ROLEX Perpetual Rotor, com mecanismo que viria a ser utilizado em todos os relógios do mundo.

1945
● ROLEX Oyster Datejust, primeiro relógio a mostrar a data automaticamente.

1953
● ROLEX Oyster Submariner, um relógio resistente até 200 metros de profundidade.

1954
● ROLEX Oyster GMT Master, um relógio que possibilitava ver as horas em 2 zonas diferentes. Este modelo foi originalmente desenvolvido a pedido da companhia aérea Pan Am Airways, para assistir seus pilotos em vôos transcontinentais.

1956
● ROLEX Oyster Day-Date, relógio que não só mostrava o dia do mês como também o dia da semana em 26 idiomas diferentes.

1961
● ROLEX Cosmograph Daytona, primeiro relógio da série Oyster com cronógrafo. Este modelo, que possui mostrador chamativo com grandes índices, ficou famoso por ser usado pelo ator Paul Newman no final dos anos 60. Hoje, o modelo em aço inox com mostrador branco, igual ao que o ator utilizou é um dos relógios mais cobiçados dos Estados Unidos.

1971
● ROLEX Sea-Dweller 2000, primeiro relógio de mergulho com garantia até 610 metros de profundidade.

1980
● ROLEX Sea-Dweller 4000, primeiro relógio de mergulho com garantia até 1.220 metros de profundidade.

1992
● ROLEX Yacht-Master, um relógio cronômetro que combina todas as qualidades da linha Oyster. A versão feminina e em tamanhos menores seria introduzida dois anos depois.

2008
● Inauguração da primeira loja própria no Brasil, localizada no Shopping Cidade Jardim, que conta com a linha completa de produtos da marca, sem dividir espaço com outras grifes como acontece normalmente. O novo espaço foi concebido com o apoio dos arquitetos de design de interiores da relojoaria em Genebra e repete o conceito arquitetônico da marca no mundo. As paredes em madeira plátano, com revestimentos de couro bege, transmitem aconchego e elegância, enquanto o piso em mármore verde Guatemala remete, de maneira sutil, às cores da marca. Como essa loja existe apenas outras cinco no mundo inteiro.



A perfeição


Mais de 200 artesãos e técnicos trabalharão em um relógio antes que ele adquira a certificação da ROLEX. Antes de sair de Genebra, cada relógio é submetido a rigorosos testes de controle de qualidade. Cada mostrador, aro e coroa será checado e re-checado com relação a riscos, poeira e imperfeições estáticas. A distância microscópica entre os ponteiros de horas e minutos será caprichosamente calibrada para assegurar que permanecerão perfeitamente paralelos. Uma câmara pressurizada irá certificar que cada relógio seja impermeável até uma profundidade de 330 pés (os modelos para mergulho Submariner e o Sea-Dweeller são garantidos até 1.000 e 4.000 pés, respectivamente). E cada relógio deverá encarar um teste de precisão contra um relógio atômico. Apenas após passar por dezenas de testes um relógio recebe o selo ROLEX. Esta atenção ao detalhe limita a produção da ROLEX entre 650.000 e 800.000 relógios por ano, baseada em uma estimativa da indústria. Atualmente sediada em Genebra, a ROLEX possui três edifícios base: a sede das Acácias, que abriga o administrativo; a sede de Chêne-Bourg, que desenvolve os mostradores, e a joalheria e a sede de Plan-les-Ouates, que faz as pulseiras. Há também uma quarta sede na cidade de Bienne apenas para os mecanismos da linha Oyster.
O marketing
Sua comunicação é baseada em patrocínios de eventos esportivos, associação com artes clássicas e reconhecimento de pessoas apaixonadas por aventura. A marca tem uma ligação muito forte com o esporte, utilizando isso como uma potente ferramenta de marketing. A ROLEX fez a sua estréia no esporte em 1927 quando a nadadora Mercedes Gleitze atravessou o Canal da Mancha usando um Rolex Oyster, o primeiro relógio verdadeiramente à prova d'água.

Desde 1933 a empresa tem sido parceira de expedições ao Himalaia e em 1953 o Oyster Perpetual foi o primeiro relógio a alcançar o ponto mais alto do mundo, o Everest, quando Sir Edmund Hillary e o sherpa Tensing Norgay atingiram o cume. No iatismo, a parceria começou em 1958, na edição da Copa América em Newport, nos Estados Unidos, quando presenteou com relógios o vencedor da competição, como reconhecimento de sua conquista. Desde então a ROLEX está presente nos eventos mais importantes do mundo da vela, onde participam os melhores profissionais do esporte, grandes executivos além de nomes da realeza da Grã-Bretanha, Espanha, Dinamarca, Grécia e Noruega. A ROLEX tem parcerias exclusivas com importantes iates clubes do mundo, como o New York Yacht Club (Estados Unidos), o Royal Yacht Squadron (Reino Unido), o St. Francis Yacht Club (Estados Unidos), o Cruising Yacht Club of Australia, o Royal Hong Kong Yacht Club, a Société Nautique de St-Tropez (França) e o Real Club Nautico de Valencia (Espanha). A ROLEX tem hoje parcerias internacionais com cinco esportes: iatismo, golfe, tênis, hipismo e automobilismo. Os patrocínios esportivos são apenas para aqueles esportes clássicos, em 90% das vezes praticados individualmente, que exijam precisão e concentração, que tenham um forte relacionamento com a imagem da marca e do produto e que sejam conhecidos pelo extremo prestígio social. Os profissionais patrocinados são sempre os melhores do mundo em seus respectivos segmentos. O mesmo acontece com as artes clássicas, como teatro e concertos de piano e também com pessoas apaixonadas por aventura, como é o caso do homem que quebrou a barreira do som pela primeira vez usando um ROLEX.

Os slogans
The Masterpiece of Watch Craftsmanship. (década 40)
The large ones of the world. (1950)
The Crown Of Achievement.
A Crown For Every Achievement. (Uma Coroa Para Cada Realização)
Dados corporativos
● Origem: Suíça
● Fundação: 1905
● Fundador: Hans Wilsdorf & Alfred Davis
● Sede mundial: Genebra
● Proprietário da marca: Rolex SA Company
● Capital aberto: Não
● CEO: Patrick Heiniger
● Merketing Executive: Michael Phillips
● Faturamento: US$ 3 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Valor da marca: US$ 4.609 bilhões (2009)
● Lojas: 6
● Pontos de venda: + 4.000
● Presença global: + 100 países
● Presença no Brasil: Sim (1 loja própria)
● Produção: 650.000 relógios/ano
● Segmento: Relojoaria
● Principais produtos: Relógios e cronômetros
● Ícones: A coroa de seu logotipo e o relógio Oyster
● Slogan: The Crown Of Achievement.
● Website: www.rolex.com
O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca ROLEX está avaliada em US$ 4.609 bilhões, ocupando a posição de número 68 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.
A marca
no mundoA empresa possui mais de 28 filiais no mundo, tendo seus exclusivos produtos vendidos em 4.000 relojoarias e joalherias, além de 6 lojas próprias, em mais de 100 países com faturamento superior a US$ 3 bilhões.
Você sabia?
● Somente em 1925, depois de uma grande campanha publicitária, foi lançada a “coroinha” logotipo da ROLEX.

Dom Pérignon



Nada mais alegre e gratificante do que saudar a passagem do ano com estrelas imortais. Dizemos isso sob a inspiração do monge francês Dom Pérignon (1639-1715). Ao inventar o champanhe, ele teria exclamado diante do vinho borbulhante: “Estou bebendo estrelas!”. Cumprindo um desígnio mágico, ele trouxe o céu um pouco mais perto da terra, ou nos levou mais perto dele. Tanto faz. Mas não são estrelas vulgares, pois a cada ano o champanhe se impregna de melhor qualidade, sem perder a juventude e a vivacidade. O champanhe encontra a glória em poucas marcas disponíveis no mercado. É o caso do champanhe DOM PÉRIGNON.

A história
A luxuosa e famosa marca DOM PÉRIGNON pertencia a Maison Mercier, produtora de champanhe, mas não era utilizada. No fim do século XIX, uma jovem da família Mercier casou com um rapaz do clã Chandon. Como parte do dote, ofereceu a marca DON PÉRIGNON. Passaram-se anos sem que o nome fosse utilizado até que, em 1935, a equipe da Moët & Chandon resolveu fazer uma homenagem especial a seu distribuidor em Londres, Simon & Brothers, que comemorava aniversário. Engarrafou com a marca parte de um lote de champanhe da safra de 1921, que estava armazenado nas caves. Embarcou as caixas para Londres e o sucesso da extraordinária bebida foi absoluto. No ano seguinte, decidiu estender a brincadeira e mandou um novo carregamento, dessa vez aos Estados Unidos. O DOM PÉRIGNON foi o primeiro champanhe cuvée (safrado), o que lhe deu enorme prestígio

Aos poucos, a grife recém-criada - quase por acaso - passou a ser distribuída em diversos países e tornou-se emblemática. O nome do champanhe era uma homenagem ao monge Beneditino Pierre Pérignon chefe da cava da Abadia de Hautvillers entre 1668 e 1715, que inventou a famosa bebida cheia de bolinhas desenvolvendo o método tradicional de fabricação desse vinho espumante. Não por acaso, a empresa possui uma expressiva parcela dos vinhedos que anteriormente pertenciam à célebre abadia de Hautvilliers. Porém, a Moët&Chandon não foi a primeira a usar o nome do monge em seu produto. No século 19 pequenos produtores em Hautvillers dele fizeram uso para o seu vinho.

Em 1996, o renomado Richard Geoffroy assumiu o posto de enólogo responsável pela produção do champanhe DOM PÉRIGNON, degustando cerca de 10 mil garrafas de champanhe por ano e passando de 10 a 12 semanas por ano viajando pelo mundo para explicar a filosofia da marca. Uma década depois a marca inovou quando o famoso estilista alemão Karl Lagerfeld assinou a embalagem da edição limitada do novo champanhe DOM PÉRIGNON. Batizada de “A Bottle Named Desire” (“Uma Garrafa Chamada Desejo”), numa alusão ao filme “Um Bonde Chamado Desejo”, a bebida vinha em uma embalagem incrustada de jóias e com a assinatura do estilista ao preço de US$ 2.500.



Outros produtos de destaque da luxuosa marca são o champanhe top de linha DOM PÉRIGNON OENOTHEÉQUE (biblioteca do vinho em francês), indicando que a safra atingiu seu auge em termos de maturidade, com sua complexidade exacerbada, onde somente algumas garrafas são selecionadas entre as melhores de cada safra para envelhecer por mais alguns anos até atingir o máximo de sua excelência; o moderno cooler de alumínio para condicionar as exclusivas garrafas do famoso champanhe feitos pelo design Marc Newson; e o recém-lançado champanhe DOM PÉRIGNON ROSÉ VINTAGE, com aroma de frutas secas, como amêndoas e muito mais encorpada. Em 2007 a marca, mais uma vez, surpreendeu o mercado com um produto único: para celebrar as Festas de fim de ano, lançou a edição natalina com raros exemplares vintage de DOM PÉRIGNON ROSÉ (uma garrafa da safra 1966, duas garrafas da safra 1986 e três garrafas da safra 1996, acondicionadas com três flûtes de cristal num estojo de guitarra todo rosa, desenhado pelo estilista Karl Lagerfeld). Totalmente feitos à mão, os estojos de guitarra são revestidos com couro de perca. O forro, todo feito de couro de carneiro, possui cavidades para acomodar graciosamente as garrafas e as taças. O preço? Nada menos que 70.000 libras esterlinas (algo próximo a R$ 250.000). Quem a comprasse ganharia “de graça” uma degustação com um enólogo do DOM PÉRIGNON na Abadia de Hautvillers, na França, local de nascimento da marca.

A produção
Elaborada unicamente nos anos de excepcionais safras, a Cuvée DOM PÉRIGNON é produzida a partir das castas nobres de uvas Chardonnay e Pinot Noir dos vinhedos selecionados entre os melhores “crus” da região. Depois de um longo envelhecimento nas adegas subterrâneas (entre 6 e 8 anos), o champanhe adquire toda a sua fineza e complexidade. Mas, para alcançar essa sensação, o champanhe tem, desde o início, uma proporção que varia de 40% a 60% dessas duas uvas. É o limite, embora a presença delas no assemblage (mistura dos vinhos que, depois da segunda fermentação, resultará no champanhe) seja variável. São produzidas cerca de 5 milhões de garrafas de cada vintage. Os champanhes comercializados em 2008 são da excepcional safra do ano 2000. Já o champanhe rose é da safra de 1996.
Propagandas que fizeram história
Na década de 90 a marca começou sua associação com a fotografia, patrocinando várias exposições e amostras. Karl Lagerfeld não é apenas conhecido como diretor criativo das casas Chanel, Fendi e da sua própria marca, mas igualmente pela sua paixão pela fotografia. A associação do famoso estilista com a luxuosa marca de champanhe começou em 2007 quando a modelo tcheca Eva Herzigova foi a protagonista de uma campanha viral da marca criada por ele.



A campanha era composta por belas fotografias e pelo filme ROOM SERVICE (clique no ícone abaixo para assistir), que mostrava um relacionamento amoroso e casual entre uma mulher coberta de luxo e consumo e um homem sozinho num hotel de Paris. A única ligação que os dois têm é o fato de ambos beberem DOM PÉRIGNON ROSÉ. A trilha sonora é um clássico: Diamonds are a girl’s best friends (Diamantes são os melhores amigos das garotas), imortalizada na voz da atriz Marilyn Monroe.
Em 2008, o estilista voltou a ser convidado pela famosa marca francesa de champanhe para dar um toque de glamour e elegância ao seu produto. O alemão escolheu a belíssima modelo Claudia Schiffer para ser a “rainha do champanhe”. Na nova campanha da marca, a modelo posa vestida de época num suntuoso cenário do século XVIII. O encontro VIP para a campanha chamada Metamorphosis, que possui ainda evento de lançamento do champanhe DOM PÉRIGNON OENOTHEÉQUE, safra 1995, no dia 26 de fevereiro, no chique restaurante The Landau, em Londres, reuniu a celebrada modelo alemã em fotografias do conterrâneo estilista. O comercial teve como base 40 sensuais registros da modelo em diferentes poses e personagens (de secretária recatada, garçonete a mercê do amado patrão, patroa com sex-appeal avassalador, dominadora em couro preto, japonesa, militar aliciada por guardas, assim como os de dama francesa), alinhados à nova versão da famosa bebida. Uma das curiosidades é que Claudia contracena com o segurança particular de Karl, Sebastien Jondeau, que aparece beijando seu pescoço enquanto ela usa um visual à la Maria Antonieta.


Dados corporativos
● Origem: França

● Lançamento: 1935

● Criador: Moët & Chandon

● Sede mundial: Epernay, França

● Proprietário da marca: Moët & Chandon

● Capital aberto: Não

● Chairman: Bernard Arnault

● Diretor internacional: Daniel Gaujac

● Faturamento: Não divulgado

● Lucro: Não divulgado

● Produção: 5 milhões garrafas por safra

● Presença global: + 120 países

● Presença no Brasil: Sim

● Funcionários: 500

● Segmento: Bebidas alcoólicas

● Principais produtos: Champanhes
● Website: http://www.domperignon.com/

A marca no mundo

Atualmente o champanhe DOM PÉRIGNON é consumido e encontrado nos mais luxuosos restaurantes e ambientes em mais de 120 países ao redor do mundo.



Lacoste ...


Amarelo. Rosa. Azul. Vermelho. Todas as cores do arco-íris. Uma combinação de tons quase surreal. Sempre com um pequeno “Crocodilo Verde” no peito. As camisas pólos LACOSTE se tornaram um verdadeiro símbolo clássico nos ambientes mais refinados do mundo, um símbolo de elegância e qualidade.

A história
Tudo começou em 1927, quando o tenista francês René Lacoste foi o principal responsável pela primeira vitória francesa na Taça Davis e colecionou títulos nos famosos torneios de Roland Garros, Wimbledon e Forrest Hills. Ele utilizou a figura de um crocodilo, baseado em seu apelido “Alligator”, dado pela agência de notícias Associated Press, após o tenista ter feito uma aposta com o capitão da equipe de tênis da França para Copa Davis. O técnico prometeu oferecer-lhe uma mala de crocodilo se ele ganhasse um jogo importante para a sua equipe. O público americano fixou este sobrenome que representava a tenacidade que o jogador demonstrou no terreno de tênis, não largando nunca a sua presa. O amigo Robert George desenhou então para René um crocodilo que foi bordado na jaqueta que ele usava na quadra de jogo e depois em uma camisa de mangas curtas com gola e botõezinhos que iam do pescoço ao peito. O uniforme inusitado apareceu pela primeira vez no Torneio Aberto dos Estados Unidos. Dois anos depois, ele abandonou as quadras por causa de uma tuberculose e dedicou-se totalmente aos negócios da sua marca.Em 1933, juntamente com André Gillier, dono de uma das maiores fábricas francesas de roupas, começaram a produzir camisas para tênis, golfe e iatismo, lançando o primeiro catálogo da marca. A primeira camisa LACOSTE era branca, ligeiramente mais curta que suas contemporâneas, de mangas curtas e com colarinho de bordos cortados. A camisa constituiu imediatamente uma revolução junto aos jogadores de tênis da época, os quais usavam, nessa altura, durante os encontros, camisas de estilo clássico, em tecido tramado com duas teias, de mangas compridas. Rapidamente as camisetas pólo LACOSTE desbancaram as tradicionais camisas de colarinho duro, vendendo cerca de 300 mil unidades em 1939. Nesta época a empresa investiu no progresso e crescimento das vendas junto ao consumidor. Com a Segunda Guerra Mundial, a empresa interrompe a produção, retornando somente em 1946. Loja da LACOSTE em Berlim

As exportações começaram em 1951 para a Itália, assim como a variedade de cores adicionada ao produto. No ano seguinte a marca ingressa no mercado americano. René Lacoste revolucionou o mercado de tênis ao inventar em 1963 as raquetes feitas de aço, muito superior as feitas de madeira. As raquetes eram distribuídas pela Wilson nos Estados Unidos. O modelo ganhou 46 títulos em torneios do Grand Slam entre 1966 e 1978 e foi utilizada por Jimmy Connors e Billie Jean King. Somente em 1978 os produtos da marca começam a ser distribuídos no Brasil. No ano de 1981 a empresa inaugura a primeira Boutique LACOSTE do mundo na Avenida Victor Hugo em Paris. A partir dos anos 90 a popularidade da marca LACOSTE estava em queda, até que o estilista francês Christophe Lemaire assumiu o controle criativo da empresa. Ele modernizou a marca, mantendo o estilo criado por René Lacoste, e expandiu suas lojas inaugurando em 1994 a primeira loja na China; no ano seguinte as primeiras unidades nos Estados Unidos, localizadas em Palm Beach e Bal Harbour, no estado da Flórida; lojas em Moscou e Nova York; e em 2002 inaugurou lojas em Düsseldorf, Tóquio, Orlando, Istambul e Dallas; e no ano seguinte introduziu um novo e refinado conceito para suas boutiques.
Foi nesta época que a LACOSTE resolveu modernizar sua tradicional e clássica linha de produtos, surgindo assim outros produtos como: coleção para crianças e mulheres, calçados, novos perfumes, óculos, roupa íntima masculina, malas, sacolas, bolsas, mini vestidos e até uma coleção de cama, mesa e banho. Outra atitude importante foi a contratação de atletas renomados para serem embaixadores da marca como o tenista Andy Roddick, a golfista mexicana Lorena Ochoa e o golfista espanhol Jose-Maria Olazabal, além de patrocinar torneios importantes como o Aberto da Austrália (tenis) e vários circuitos de golfe profissional. Foi desta maneira que o “Crocodilo” da LACOSTE tornou-se famoso no mundo inteiro.


Dados corporativos

● Origem: França

● Fundação: 1933

● Fundador: René Lacoste

● Sede mundial: Paris● Proprietário da marca: Lacoste Family (65%)

● Capital aberto: Não

● Chairman: Michel Lacoste

● CEO: Christophe Chenut

● Diretor artístico: Christophe Lemaire

● Faturamento: € 1.55 bilhões (estimado)

● Lucro: Não divulgado

● Lojas: + 1.000

● Presença global: 112 países

● Presença no Brasil: Sim (51 lojas)

● Segmento: Roupas e acessórios

● Principais produtos: Roupas e acessórios esportivos

● Ícones: Crocodilo de seu logotipo e suas camisas pólos

● Slogan: Un peu d'air sur terre.




A marca no mundo

A marca está presente em 112 países ao redor do mundo, contando com mais de 1.000 lojas próprias e tendo seus produtos vendidos em mais de 2.000 pontos de vendas que incluem lojas licenciadas, lojas de departamentos e grandes magazines. 41% de suas lojas estão localizadas na Europa e outros 26% nas Américas.

Você sabia?

● Todos os anos, cerca de 58 milhões de itens são vendidos sob o nome LACOSTE.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Toda bebida é produzida para ser degustada

HENNESSY

Toda bebida é produzida para ser degustada. Porém, os líquidos sagrados da casa francesa HENNESSY quebram essa regra. Apesar de seus conhaques serem degustados em toda sua plenitude, suas garrafas, verdadeiras obras primas, são para serem apreciadas e expostas como se fossem um raro e belo objeto de decoração.

A história

A história do renomado e chique conhaque francês começou em 1765 quando o capitão Richard Hennessy, um irlandês católico que servia as forças armadas francesas, fundou sua casa de conhaque na cidade de Cognac, à margem direita do Rio Charente, para armazenar seus mais raros brandies. Inspirado pela decorativa maçaneta da janela de seu escritório, criou a famosa garrafa do conhaque VS, primeiro produto da marca, que viria a se tornar símbolo. Nascia assim um conhaque três estrelas que mais tarde viria a ser conhecido como VS (Very Superior). O produto foi exportado pela primeira vez em 1794 para os Estados Unidos, que acabavam de tornar-se independente. O nome Hennessy & C° foi adotada como marca em 1814. O reconhecimento total viria em 1817 quando Georges IV, rei da Inglaterra, encomendou à HENNESSY um conhaque especial três anos antes de ser coroado, em 1820. Por volta de 1840, quase 90% da produção do conhaque era exportada, tendo a Inglaterra como forte mercado. O primeiro rótulo com o nome do produto e o famoso “Bras Armé” foi adotado em 1856. Com o crescimento da marca, a empresa resolveu abrir sua própria fábrica de produção no ano de 1864. No ano de 1868 a marca rompe mais uma barreira em sua história ao ingressar no mercado japonês com o início das primeiras exportações para aquele país. A marca tornou-se a primeira a produzir mais de 24 milhões de garrafas no ano de 1984, estabelecendo-se como líder em sua categoria. Em 2009, após quase vinte anos se um grande lançamento, a HENNESSY introduziu seu mais novo conhaque Premium: o Hennessy Black. Produzido a partir do mix de 35 a 45 eaux-de-vie únicas e de cores ouro pálido e envelhecidos durante cinco anos, o novo blend tem um gosto bem diferente de seu antecessor: mais suave e leve, possui notas cítricas de mel, limão e uva e aroma de jasmim e flor de laranjeira. A bebida está mais jovem e versátil, podendo ser degustada pura ou combinada no seu drink preferido.





A linha do tempo

1774● Criado o conhaque Hennessy Paradis Extra, uma bem sucedida união entre centenas de brandies, maturados por sucessivas gerações da família de cellar masters. Este conhaque excepcional deve ser degustado em taças finas, que retenham o aroma e transmitam facilmente a temperatura das mãos à bebida.

1817● O mais prestigioso conhaque da empresa foi criado quando o Rei George IV da Inglaterra requisitou um conhaque “Very Superior, Old and Pale Cognac”, surgindo assim o renomado Hennessy V.S.O.P. Ao final do século 19, esse conhaque tinha estabelecido uma enorme reputação junto à nobreza.

1870● Criado por Maurice Hennessy, o conhaque Hennessy XO (EXtra Old), uma reserva especial destinada exclusivamente para amigos e familiares. É composto de uma centena de “eaux-de-vie” (destilados de vinho), das quais as mais antigas têm trinta anos, o que lhe proporciona excepcional qualidade e complexidade. Ele é um conhaque estruturado e generoso por seus ricos aromas de especiarias, com uma predominância de carvalho e pimenta do reino.

1873● Lançamento do conhaque Hennessy Private Reserve, um conhaque com produção reservado para a família HENNESSY e seus convidados.

2002● Lançamento do Hennessy Timeless, um um conhaque concebido para comemorar o século XX e que perpetua a obra de seu fundador que há mais de 200 anos delineou a alma deste néctar dourado. Este conhaque é fruto do casamento das onze melhores eaux-de-vie do século, cujos sabores vivos de frutas frescas e flores das mais novas eaux-de-vie convivem com os sabores complexos de ouro velho, madeira de carvalho, pimenta e especiarias das versões mais envelhecidas e tradicionais. Considerado expressão máxima da Maison Hennessy, a garrafa é de cristal Baccarat, que concebeu uma embalagem de linhas puras que evocam o trabalho do mar polido em cascalho. Somente 200 garrafas foram preparadas pela HENNESSY e avaliadas em US$ 6 mil cada uma.

2008● Lançamento do Beauté du Siécle Coffre á Secrets, um cofre produzido em vidro veneziano com detalhes perolados, aberto por meio de um mecanismo secreto, que esconde preciosidades sob a forma de quatro taças de cristal para conhaque, um livro com gravuras da Belle Époque e uma garrafa do melhor e mais raro conhaque produzido pela casa francesa. Essa obra prima foi criada em comemoração dos 100 anos de nascimento de Killian Hennessy, empresário de visão e membro da quinta geração da família. O produto, que tem preço de 100 mil euros, é produzido somente sob encomenda, dando direito ao feliz proprietário a um refil do raro conhaque a cada 25 anos. O primeiro exemplar foi vendido para um colecionador suíço.

Os slogansHennessy, the name which made cognac famous. (1905)The world’s largest stock of eaux-de-vie. (1930)Hennessy. Mix accordingly.Hennessy XO. The one and only original.
-Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 1765
● Fundador: Richard Hennessy
● Sede mundial: Cognac, França
● Proprietário da marca: LVHM
● Capital aberto: Não
● Chairman: Bernard Arnault (LVHM)
● Embaixador da marca: Maurice Hennessy
● Faturamento: US$ 1 bilhão (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 140 países
● Presença no Brasil: Sim
● Segmento: Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Conhaques
● Ícones: As tradicionais e inusitadas garrafas
● Slogan: Flaunt your taste.
● Website: www.hennessy.com -
A marca
no mundoAtualmente a marca, que pertence ao poderoso grupo francês LVHM, vende mais de 35 milhões de garrafas anualmente, representando quase 1/3 do mercado mundial de conhaque.