quinta-feira, 26 de março de 2009

Brunello di Montalcino Riserva 2001 (Biondi Santi) Show...


Um dos mais emblemáticos vinhos italianos, este grandioso Riserva recebeu a cotação máxima do guia Gambero Rosso, que o classificou de "extraordinário". Trata-se de um vinho muito potente, concentrado e longevo, que não faz concessões ao estilo moderno. Pode durar décadas e costuma demandar muitos anos em garrafa para atingir seu apogeu.

Produtor: Biondi Santi

Região: Toscana

Safra: 2001

Esse vinho e muito bom.

Gerson Silva.'.



Recebi de Danio Braga a divulgação do curso de sommelier da Miolo quetanto o enfureceu. Leiam e cheguem às suas próprias conclusões. E nãodeixem de co


Confiram em nosso portal http://www.enoeventos.com.br/


Escola do Vinho Miolo terá Curso de Sommelier InternacionalInteressados em gastronomia e enologia podem comemorar a parceria que a Escola do Vinho Miolo firmou com o sommelier italiano Roberto Rabachino (foto ao lado), reconhecido instrutor e diretor dos cursos da Federação Italiana Sommelier Albergatori Ristoratori (FISAR) e responsável pela FISAR Internacional. Ele ministrará cursos de formação de sommelier internacional na Escola do Vinho em vários estados do país durante este ano. O primeiro deles ocorrerá neste mês em São Paulo, entre os dias 23 e 27. Os participantes receberão certificado de qualificação profissional da FISAR-Piemonte, que possui certificação internacional da Europe Academy for Education.“É uma honra para a Escola do Vinho Miolo, através da Federazione Italiana Sommelier A.R., oferecer um curso de nível internacional e certificado por tal federação. Ninguém melhor do que o Dr. Roberto Rabachino, já eleito o melhor sommelier do mundo, para representar com tanta propriedade a arte do vinho, da gastronomia e da harmonização”, afirma a enóloga e sommelière Gabriela Jornada, gerente da Escola do Vinho Miolo.Rabachino é docente sobre temas ligados ao mundo do vinho em várias universidades do mundo. Foi eleito o melhor sommelier do mundo pela International Wine Federation em 1992 e 1996. Em 2007 e em 2008 foi premiado como o melhor comunicador do vinho na Vinitaly. Durante os cursos na Escola do Vinho, contará com a assistência de Jefferson Sancineto Nunes, diretor do Enolab de Flores da Cunha (RS), empresa especializada em pesquisa aplicada em viticultura e enologia que presta assessoria a várias vinícolas do país.Os cursos de sommelier internacional acontecerão também no Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e Florianópolis. Os valores dos cursos variam de R$ 3.700,00 a R$ 4.100,00.Serviço:Curso de Sommelier Internacional - Calendário 2009
São Paulo (SP) - De 23 a 27 de Março
São Paulo (SP) - De 6 a 10 Julho
Salvador (BA) - De 13 a 17 de Julho
Rio de Janeiro (RJ) - De 20 a 24 de Julho
São Paulo (SP) - De 19 a 23 de Outubro
Brasília (DF) - De 26 a 30 de Outubro
São Paulo (SP) - De 30 de Novembro a 4 de Dezembro
Florianópolis (SC) - De 07 a 11 de DezembroInscriçõesA inscrição pode ser feita com Gabriela, pelo e-mail escoladovinho@miolo.com.br ou pelo telefone (54) 2102 1512, até 15 dias antes do início dos cursos. As vagas são limitadas.UniformeO aluno deverá usar durante todo o curso o seu próprio uniforme: camisa branca e gravata borboleta preta, calça de cor preta, sapatos pretos. Para as mulheres, existe a opção do uso de saia preta.


Oscar Daudt(21)9636-8643


quarta-feira, 25 de março de 2009

Belas fotos...meus amigos...











VALE LIVERMORE E CASA DE PIEDRA


História A vinícola Wente Vineyards foi fundada em 1883. São mais de 1.200 hectares de vinhedos na região do Vale de Livermore, na Baía de São Francisco, e Arroyo Seco, localizada em Monterrey, ambas nos EUA. Essas duas regiões são as produtoras mais importantes da Costa Central, onde há dias quentes, noites frias e solo rochoso, o ideal para a produção de uvas.Wente Vineyards é o local em que se encontram tradição e tecnologia de última geração. A fusão entre o velho e o novo é um legado de família, desde a adoção de tanques de aço para fermentação na década de 1960. Hoje, são feitas experiências com leveduras selecionadas e prensas únicas de vinho tinto.O carro-chefe da vinícola é o Cabernet Sauvignon, cujas primeiras mudas do Vale Livermore são provenientes de Margaux, na França, ainda no século XIX. São mais de 162 hectares de vinhedos da variedade. O clime de Livermore é ideal para o crescimento das variedades vermelhas de Bordeaux.


NOVA ZELÂNDIA



Matua Valley
NOME: MATUA VALLEY WINESREGIÃO/SUB-REGIÃO: MultiregionalPAÍS: Nova ZelândiaHISTÓRICO: Fundada em 1973 por Ross e Bill Spence. Foi a primeira vinícola a produzir Sauvignon Blanc na Nova ZelândiaVARIEDADES: Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, Pinot Noir, Pinotage, Muscat, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Riesling e GewurztraminerVINHOS: North Island, Shingle Peak, Matheson, Estate Series, Ararimu e Late HarvestENÓLOGO: Mark Robertson, eleito melhor enólogo na Nova Zelândia em 1998
SOBRE A NOVA ZELÂNDIA:As primeiras videiras chegaram na Nova Zelândia em 1819, trazidas da Austrália pelo missionário inglês Samuel Marsden. Durante os primeiros anos, a viticultura neo-zelandesa sofreu alguns duros golpes, como a invasão da Filoxera em 1895. Até o início da década de 1960, a indústria vinícola da Nova Zelândia não correspondia a um terço da atual. Os vinhos de mesa correspondiam a 12% da produção, visto que os consumidores preferiam os vinhos fortificados. Além disso, a cepa de maior sucesso nos vinhedos era a híbrida Isabella (ou Isabel, como conhecemos aqui no Brasil). Nos últimos 10 anos, o número de vinícolas aumentou para mais de 300, a superfície de vinhedos aumentou em mais de 9 mil hectares.As maiores superfícies de vinhedos estão nas regiões de Marlborough, Gisborne e Hawke’s Bay.

SOBRE AS MARCAS DA MATUA VALLEY WINES: ARARIMU - Linha ícone da vinícola, elaborada com as melhores uvas produzidas em Gisborne (Chardonnay) e Hawke’s Bay (Merlot, Syrah, Cabernet Sauvignon e Malbec), principalmente do vinhedo Matheson.ESTATE SERIES - resultado do esforço da Matua Valley em buscar os melhores locais e as melhores técnicas de vinificação para cada variedade. Na linha Estate Series encontrados o Chardonnay e Gewurztraminer de Judd Estate Vineyards, em Gisborne, o Pinot Noir de Wairarapa e o Sauvignon Blanc Paretai de MarlboroughMATHESON - O vinhedo Matheson, em Hawke’s Bay foi projetado por Mark Robertson, que sempre acreditou no potencial dessa excelente região, de clima semelhante ao de Bordeaux e Vale do Rhone, na FrançaSHINGLE PEAK - Nome da propriedade da Matua Valley em Marlborough, Shingle Peak refere-se ao conjunto montanhoso que cerca a propriedade. Além do excelente Sauvignon Blanc desta região, essa linha ainda reúne outros varietais ali produzidos: Riesling, Chardonnay e Pinot Noir, além do Merlot produzido na região de Hawke’s Bay.NORTH ISLAND - Essa linha reúne vinhos produzidos na Ilha Norte, em Gisborne (Chardonnay) e Hawke’s Bay (Red - Pinotage, Cabernet Sauvignon e Merlot)SOBREMESA - Nesta linha a Matua Valley Wines apresenta do seu Late Harvest elaborado com uvas Muscat produzidas em Gisborne

VINHEDOS DA MATUA VALLEY NA NOVA ZELÂNDIA
GISBORNE: Região da costa leste, vento fresco marítimo, famosa região que produz excelentes uvas Chardonnay e Gewurtztraminer.UVAS: Chardonnay, Gewurtztraminer, Pinotage, Merlot
HAWKES BAY: Uma região famosa pela condiçõesideais para avinhos tintos de alta qualidade. Tem um clima parecido com as regiões francesas de Bordeaux e Rhone, verões quetes com noites frescas e inverno frio.UVAS: Merlot, Shiraz, Cabernet Sauvignon, Malbec, Grenache, Chardonnay
WAIRARAPA: Uma região com clima ideal para o plantio de Pinot Noir de alta qualidade. Proporcionando vinhos profundos, concentrados e terrosos.UVAS: Pinot Noir.
MARLBOROUGH: Clima frio, ideal para Sauvignon Blanc, Pinot Noir, Pinot Gris e Riesling. Tem condições muito especias de micro-clima e solo pedregoso e argiloso, antigo leito de um rio que passavaentre as imponentes montanhas.UVAS:Sauvignon Blanc, Pinot Noir, Pinot Gris, Riesling, Chardonnay

Valle de Fiambalá, Catamarca


No ano 2000, Pedro Vicien Arizcuren e Carlos Arizu deram início ao projeto Cabernet de Los Andes a fim de desenvolver vinhos orgânicos e biodinâmicos no remoto Valle de Fiambalá, um vinhedo excepcional por suas condições naturais geográficas.
A propriedade está localizada no Valle de Fiambalá, em uma área de 2.700 hectares, na encosta da Cordilheira dos Andes, fronteira com a província de Catamarca com a República do Chile, a 1.508 metros acima do nível do mar.
Problemas financeiros e de estrutura na história da vitinicultura Argentina enfraqueceram esta tradição, fazendo com que a vinícola Cabernet de Los Andes assumisse a reconstrução desta cultura, dando início a novas plantações de uvas finas.
O tipo de solo, as características naturais e o clima semi-árido, com precipitação anual inferior a 40mm, associada as variações de temperatura entre o dia e a noite, a existência de água na superfície e as camadas mais baixas, fazem desta zona ideal para a plantação de uvas com alta qualidade tipo: Merlot, Malbec, Cabernet, Bonarda, Tempranillo, as mais conhecidas.
Os vinhedos de Cabernet de Los Andes são desenvolvidos nestas terras ricas, sendo variável a faixa etária dos vinhedos, porém a maior parte é de uma recente implantação feita com vinhas totalmente renovadas.
A vinícola foi construída em um novo e moderno edifício, em uma das ruas de acesso à fazenda, sendo o galpão desenvolvido em uma área de 16x24m², com 6m de altura as paredes e teto isolado contra temperaturas excessivas, devido às chuvas serem escassas.
A propriedade está vinculada à rede de transporte, tendo-se acesso com linhas de ônibus que ligam Fiambalá com o resto do país. Uma nova estrada une Fiambalá com San Francisco, na fronteira com o Chile, permitindo acesso aos portos dos países vizinhos sobre o Oceano Pacífico, local de exportação para a Costa Oeste dos EUA, Canadá, Extremo Oriente e países sustentados pelo desenvolvimento econômico.
Todo equipamento da vinícola necessário para atender o processo de produção, consiste em máquinas respaldadas dos mais conhecidos fabricantes. O tamanho é adequado para atender as necessidades atuais, podendo assumir uma demanda maior sem grandes alterações.
O desafio: conduzir água da irrigação através das dunas desta região desértica, que possui 1.400 a 1.800 metros de altitude. Aproveitar o intenso sol do meio-dia e ainda proteger as vinhas da geada associada com as noites frias.
A lição: indígenas locais eram capazes de colher nessas terras, antes mesmo dos Incas chegarem nesta região. Os vinhedos Bonarda, que antigamente eram cultivados pela tradicional família Graffigna, 50 anos antes, encontraram um meio de sobreviver apesar de terem sido abandonados.
Os vinhedos: na fazenda "Las Retamas" 25 novos hectares de vinhedos foram plantados e 20 hectares dos vinhedos antigos existentes foram enxertados com Malbec, Cabernet Sauvignon, Tannat e Syrah. Os vinhedos antigos de Bonarda foram tratados e recuperados. Outras 50 hectares de pequenos vinhedos pertencentes às antigas famílias locais também foram enxertados.
A OIA é uma organização que supervisiona a cultura de práticas orgânicas. São tomados diversos cuidados para seguir os métodos tradicionais de poda e manejo assim como as cerimônias nativas que precedem à colheita.
A vinícola: em 2002, a primeira safra foi elaborada na vinícola, recém inaugurada. Atualmente, sua capacidade é de 250.000 litros de pequenos tanques de aço inox, tanques de cimento, e barris de carvalho americano e francês. Em 2008, a capacidade foi projetada para 500.000 litros.
Os vinhos: os vinhos de Fiambalá são reconhecidos por sua intensidade de cores e sabores. Sob a condição desértica dramática e as mudanças de temperatura, que muda do dia para a noite, as uvas concentram seus sabores.
http://www.tizac-vicien.com/

Você tem esse vinhos???

Caros Amigos,

Alguém sabe deste vinhos? tem um amigo que gostaria de comprar essa safras.

Gerson Silva.'.

gerson.silva.wine.personal@hotmail.com

Obrigado.






terça-feira, 24 de março de 2009

Super dica...muito importante sobre Azeite de oliva Nodauro


CONSELHOS Convém usar azeite de oliva para fritar, já que resiste melhor que os de semente (girassol, milho, soja) à temperaturas de até 160 – 190 graus.É o azeite mais estável, que se decompõe mais lentamente que o resto dos azeites e, assim mesmo, impregna menos os alimentos de gordura.Não se recomenda misturar os azeites (oliva com sementes). Tem diferentes pontos de vapor: o de oliva agüenta temperaturas mais altas que os outros e se os misturamos, um queima o outro e se produzem substâncias irritantes e potencialmente tóxicas.Deve se evitar o super aquecimento. É preferível não ultrapassar,durante a fritura, a temperatura de 170 graus.Os alimentos devem estar, dentro do possível, secos pois a água favorece a decomposição do azeite.Deve-se filtrar o azeite após cada fritura para eliminar restos de alimento que ficam flutuando e favorecem sua oxigenação e decomposição.O azeite não deverá ser reutilizado mais de 2 ou 3 vezes.Para conservar seu frescor e integridade, deve-se mantê-lo longe do calor excessivo, do ar, da umidade e, sobretudo, da luz.O azeite de oliva extra virgem conserva todas as suas propriedades e qualidades sensoriais, quando é utilizado cru. É o mais apropriado para saladas e guarnições.

segunda-feira, 23 de março de 2009

E show esse blog amigos.


Caros amigos,

Esse não e só um blog tem muita coisas para ler. muito bomm.

http://do-nariz-a-boca.blogspot.com/

Azeite Nodauro o melhor...


AZEITE DE OLIVA Dentro de diferentes tipos de azeite, o azeite de oliva extra virgem é omais rico em Vitamina E (de ação antioxidante) e em Fitosteróides (substâncias que contribuem para reduzir os níveis de colesterol no sangue).O azeite de oliva, devido a sua particular composição, contribuipara reduzir os níveis de colesterol total no sangue, por conta do chamado”mal colesterol” (LDL) e evita sua oxigenação, um dos fatores que fazemcom que o colesterol tenda a aderir-se às paredes dos vasos sanguíneos,em relação com as enfermidades cardiovasculares.Assim mesmo, aumenta os níveis no sangue do chamado “bom colesterol”(HDL) pela ação do ácido oléico, o qual é considerado a gordura ideal eque constitui 80% do azeite de oliva.
PRODUTOS Pode-se definir a qualidade de um produto pelo conjunto de características próprias que possui e que permitem considerá-lo como melhor, igual ou pior que os restantes de sua mesma espécie.Os critérios de qualidade que se aplicam ao azeite de oliva são: - Grau de acidez- Estado de oxidação- Olor- Sabor Com respeito à acidez, é importante saber que se refere à proporção de ácidos livres que contém o azeite, expressada em graus.O que indica que é uma pauta para catalogar o azeite e que não guarda nenhuma relação com o sabor.A boa qualidade do azeite de oliva é dada por:- Um aspecto límpido de filtragem e de decantação- Uma sensação aromática agradável, como: aromas frutais, azeitona, maçã, folhas ou ervas verdes.A cor do azeite não indica a qualidade do mesmo.Quanto ao azeite de oliva extra virgem, nos referimos à qualidade de azeite que se consegue triturando as azeitonas até obter-se uma pasta, aplicando pressão a frio para espremer o azeite. Somente se submete a processos físicos que eliminam as partículas sólidas que contém em suspensão e para torná-lo transparente.Neste tipo de azeites, a acidez é inferior a 1 grau (1% de ácidos grassos livres).
EMPRESA NODAURO É uma empresa familiar que nasceu com a idéia de criar um produto de alta qualidade e que contenha propriedades nutricionais para uma boa qualidade de vida.Após vários estudos de mercado, nos demos conta de que cada vez mais pessoas consumiam azeite de oliva por suas excepcionais qualidades e por seu sabor tão particular que o diferencia do resto dos azeites.Desta maneira e com muito entusiasmo, nos introduzimos no mundo das oliveiras para descobrir um de seus grandes derivados: “o azeite de oliva extra virgem”.Consultamos nutricionistas, técnicos, engenheiros relacionados com o tema, sobre quais eram as condições necessárias para criar um “bom” azeite de oliva. E foi assim que demos origem a NODAURO, um azeite de oliva extra virgem, com menos de 1 grau de acidez e com as particularidades biológicas das azeitonas conservadas para conseguir um produto de alta qualidade.NODAURO é uma empresa criada e dirigida por seus próprios donos, e nos encarregamos de cada detalhe para que nosso produto conserve suas qualidades particulares. Com um rigoroso acompanhamento desde a plantação até a prensa, concluindo com o engarrafamento do produto.Convidamos a conhecer nossa empresa e o desenvolvimento de nosso produto.

Até quando minha gente...


Em alguns países as vinícola vende suas produção com dois ou três anos antes da safras, daí correm atrás de vinícola pequenas da região e compra as uvas. E pronto, engarrafas com a maior cara de pau, dizendo que são colhidas na vinícola . Será quando vai ter um controle disso.
Gerson Silva.’.

Sobre o vinho que chega no mercado do Brasil...


Caros amigos,
Com grande prazer que deixo uma duvida para você meu amigo. Qual importadora do Brasil tem o deposito climatizado?
Qual importadora do Brasil trata o vinho com respeito?
Os vinhos da Argentina e Chile vêm para o Brasil de caminhão, como e o tratamento para ele chegar até os deposito?
Os vinhos que chega por navios ficam no porto por quanto tempo, até serem liberados para os depósitos das importadoras?
Minha duvida e será que esse vinho que o compramos foi tratado com carinho, pois sendo uma bebida viva. Tão tendo a responsabilidade para o néctar que chega para nos consumidores?
Gerson Silva.’.